Alarcon Pacheco fala sobre os desafios como Executivo de Futebol da Macaca e meta se subir para a série A: “Vamos trabalhar para fazer cada vez mais uma Ponte forte, que possa lutar de igual para igual nas competições que disputa”

Foto: PontePress/DiegoAlmeida​

Recém empossado como Executivo de Futebol da Ponte Preta, Alarcon Pacheco falou hoje pela primeira vez com a imprensa de Campinas e respondeu às dúvidas dos jornalistas. O profissional chegou na noite de segunda-feira à Campinas e no dia de ontem conheceu toda a estrutura do Majestoso e CT – uma “tour isolada”, já que os dois locais estavam quase sem ninguém por causa da pandemia de Covid – bem como já teve a primeira conversa com o técnico Fábio Moreno.

“Para mim é mais um grande desafio e estou muito feliz em estar aqui. O tamanho, a grandeza da Ponte Preta, da torcida, a estrutura da Ponte e as competições que ela disputa foram os fatores que me fizeram aceitar a proposta da instituição, para procurar fazer um bom trabalho e galgar os objetivos que tem na temporada. Nossa filosofia é fazer cada vez mais uma Ponte Preta forte, que possa lutar de igual para igual nas competições que disputa”, pontua Pacheco.

Neste sentido, a meta para 2021 já está bem definida. E não poderia ser outra. “Nossa grande objetivo é conquistar o acesso para a série A do Brasileiro”, diz, já respondendo na sequência o questionamento sobre o orçamento da Macaca para contratações ser menor do que o de concorrentes de peso, como Vasco e Cruzeiro: “O que vai fazer a diferença não é tanto a questão orçamentária e sim ser bastante assertivo nas contratações, procurar discutir bem com o staff, as pessoas que trabalham na área e procuram facilitar nosso trabalho, sair na frente no mercado.”

Em relação às contratações em si, Pacheco diz que, como acaba de chegar, elas ainda estão em fase de definição. “Cheguei na segunda, ainda ontem falei com Fábio e com a direção, estamos trocando idéias para definir os alvos, as posições em que temos carência e partirmos pros nomes para fortalecer para Paulista, Copa do Brasil e Brasileiro. Claro que tenho minhas próprias avaliações, ainda que à distância, mas não podemos nos precipitar falando a, b ou c sem antes ter uma união de pensamentos em torno do que o Fábio e a comissão acreditam ser necessário”, diz.

Ele acrescenta: “ Haja vista que já temos observado que a Ponte é uma equipe em crescimento e em evolução com o grande trabalho do Fábio, desde que ele assumiu no ano passado. E uma coisa que nos chamou a atenção foi a entrega do jogadores em Ribeirão Preto, contra o Botafogo. Então espero poder trazer as peças certas para atender as demandas do Fábio e da Comissão para fortalecer e qualificar ainda mais o grupo.”

Perguntado a respeito da paralisação do Campeonato Paulista, Pacheco defende que a vida deve estar acima de tudo. “Infelizmente estamos vivendo esse problema grave e mundial com essa doença terrível e prestamos solidariedade a todas as famílias das vítimas da Covid. A gente não é médico, então não podemos opinar muito, mas temos que respeitar as orientações que vierem das autoridades. A Ponte já vinha seguindo e continuará seguindo as determinações e cuidados necessários para evitar a proliferação do vírus”, diz.

Por fim, Alarcon Pacheco fala um pouco sobre o processo de seleção que levou ao nome dele – a Ponte selecionou uma dezena de candidatos após analisar currículos e realizar entrevistas, para definir pelo nome dele. “Primeiro preciso agradecer pela oportunidade de representar uma equipe tão tradicional. Foi avaliado meu currículo, posteriormente foram feitas duas entrevistas por dirigentes da Ponte e a terceira etapa foi uma conferência com o presidente Tiãozinho, o vice-presidente Kazuo, o Fábio Moreno, o diretor financeiro Décio e o superintendente David, aí bateram o martelo. Acho que esse tipo de processo é necessário e justo para minimizar erros, para que eu possa ter passagem boa, realizando um bom trabalho”, conclui.

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