Moreno fala sobre talentos da Base e partida contra o Figueirense: “É o último jogo, a última impressão que vamos deixar, e vamos com a responsabilidade que a partida merece, para vencer e somar três pontos”

Foto: PontePress/DiegoAlmeida

A Ponte Preta fez na manhã desta quinta (28) o último treino antes de enfrentar o Figueirense e já seguiu para Florianópolis, palco da última partida da série B 2020-21. O técnico Fábio Moreno, que já confirmou que a Macaca terá no gol a estreia do jovem Guilherme, enfatiza que a meta da equipe é vencer na partida derradeira da competição, ainda que não haja mais nenhuma chance de acesso.

“Como ressaltei a todos os atletas, é o último jogo, é a última impressão que vamos deixar. Por isso vamos com a responsabilidade que a partida merece, para vencer e somar três pontos”, afirma Moreno, que fala um pouco também sobre a estreia do camisa 1 de 21 anos, que está na Macaca desde os 12 e já foi aluno do pr´prio Moreno em escolinha de futebol aos cinco ano.

“Fico muito satisfeito em participar de mais uma formação de um atleta. O Guilherme, tem muitos anos de Ponte Preta, é um jovem promissor, um profissional capaz. Trabalhei com Carlos, Sérgio Guedes, Brigatti, Neri, Aranha, Ivan, Vinhas e agora temos o Guilherme vindo fazer seu primeiro jogo. O conheço há muitos anos e fico feliz em dar essa oportunidade, que na verdade é uma retribuição pelo profissionalismo e trabalho dele aqui na Ponte”, pontua.

Moreno acrescenta que outros atletas da Base também podem vir a ter chance durante o jogo de amanhã. “Se tiver possibilidade, gostaria de dar oportunidade pro pessoal da Base, e se a partida permitir – e tenho certeza que faremos bom jogo – pretendo dar o máximo de chance para que jovens do elenco tenham experiência pra a próxima temporada. O momento é mais propício, já que não tem carga emocional tão forte nesta partida”, diz.

Ele acrescenta: “Temos atletas na Base em quem enxergamos possibilidades e sabemos que a Ponte sempre revelou bons jogadores, então oportunidades têm de ser dadas para os jovens no momento certo. Hoje temos, por exemplo, os zagueiros Thiago e Léo, o volante Igor Maduro, o lateral esquerdo Jean. Temos um carinho especial por todos eles, a Base é o alicerce do clube e o futuro dele.”

Questionado pela imprensa sobre uma impressão geral da série B neste ano, Moreno dá sua opinião. “Com a pandemia, o calendário apertado, foi um campeonato diferente de todos os outros. Com uma ou outra exceção, quase todas as equipes oscilaram, o que não é tão comum assim. Poderíamos ter temporada melhor, até porque nosso objetivo era subir e ficamos frustrados por não atingi-lo, mas disputamos acesso até perto das últimas rodadas, não desistimos, nos mantivemos a luta”, diz.

Ele complementa, falando sobre o que poderia ter sido diferente. “Temos que reduzir erros, dentro de campo ou fora dele. Neste ano precisávamos ter somado mais pontos em casa, isso foi determinante. Sentimos falta da nossa torcida, apesar de nas últimas rodadas termos tido estado melhor, mas um mau aproveitamento em casa é determinante pra não ter subido e fez a diferença”, afirma Moreno, que teve 83% de aproveitamento no Majestoso nos jogos em que comandou o time.

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