Yuri enfatiza: “Vai ser um jogo muito difícil, eles estão lutando pelo título e nós estamos em busca do G4, não vai ter moleza pra ninguém”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A Ponte Preta treinou nesta manhã de quarta-feira e na sequência seguiu para Chapecó, onde está concentrada para a partida de quinta contra o time da casa, segundo colocado da série B. Vencendo amanhã, a Macaca fica a dois pontos do G4, mas o oponente também quer os três pontos para assumir a liderança do campeonato. Ou seja, tem pedreira pela frente.

“Vai ser um jogo muito difícil. Eles estão lutando pelo título e nós estamos em busca do G4: não vai ter moleza pra ninguém. Espero um jogo muito competitivo em que nós vamos atrás dos três pontos”, diz o lateral Yuri, que vem como titular nos últimos três jogos, após Lazaroni ter seguido para o DM, e tem apresentado ótimas performances, inclusive com duas assistências para gol (a última delas, um cruzamento perfeito para Camilo fazer um dos dois gols dele na vitória contra o Náutico).

Questionado sobre o confronto atípico contra a Chapecoense na primeira fase, quando a Ponte perdeu em casa, o atleta afirma: “O que passou ficou lá atrás. A gente não tem como ficar olhando no retrovisor, remoendo aquele resultado. O campeonato já mudou, são outras coisas, é outra história, e nós estamos vivos, vamos em busca da vitória e do G4. Estamos pensando na frente, olhando para a frente nas três rodadas que faltam e vamos pensar neste jogo, que é o que mais importa.”

O fato de a Macaca entrar em campo com os placares dos primeiros colocados já definidos ajuda o time, na opinião do lateral, que confessa ter “secado” os concorrentes, torcendo por resultados favoráveis ao time alvinegro. “Sempre tem aquela secada. Estávamos acompanhando e conversando entre a gente. A outra rodada também teve resultados bons para nós, que nos deixaram vivos no campeonato, e nesta teve resultado importante, até para jogarmos bem amanhã, já sabendo que temos que ganhar. É um combustível a mais que nos dá para vencermos esse jogo e ficarmos mais próximos dos quatro primeiros”, revela.

Quanto ao bom momento que vive, o jogador acredita que é fruto de muito trabalho e do conjunto da equipe. “Futebol é esporte coletivo, ninguém consegue fazer nada sozinho. Minha vontade de ter sequência e vontade do grupo vencer, de brigar pelo G4 até o final, uma coisa completou a outra. Sempre trabalhei muito e, após o período de parada na pandemia, entendo que sou um novo jogador, que sabe o que quer, tem objetivos claros. Sempre fiz meu melhor e uma hora a oportunidade ia chegar, tinha que estar preparado e aproveitei a chance da melhor forma possível”, afirma.

Ele finaliza falando um pouco sobre a influência do técnico Fábio Moreno nesta atual fase em campo. “Fabinho sempre me ajudou na Ponte Preta, ele sempre foi um cara muito aberto, transparente, que me dá muita confiança para jogar, para fazer o meu melhor. É um cara que apóia, que está junto com o grupo, tem sido um cara muito importante”, conclui.

 

 

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