Ponte consegue nova vitória na Justiça e reduz valores mais uma vez no caso do zagueiro Rodrigo

A Ponte Preta conseguiu uma nova vitória em relação na ação movida pelo ex-zagueiro Rodrigo Baldasso da Costa  no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região. A Macaca já havia conseguido a reversão em sede de liminar, em 2 de dezembro, da decisão inicial em relação a uma execução provisória movida pelo ex-atleta,  que previa retenção de 100% dos valores recebidos pela Macaca em cotas da CBF  para pagar um valor estipulado de mais de R$ 2,9 milhões ao jogador, reduzindo esta porcentagem para 10%. Agora, em decisão cujo acórdão foi publicado hoje (15), esta retenção de valores foi reduzida para 5% dos valores recebidos em cotas.

 “Após nossa sustentação oral,  por maioria os desembargadores que compõem a Seção de Dissídios Individuais 1 reduziram mais uma vez  o bloqueio. A decisão de penhora de cota na forma determinada  de 100% era demasiadamente grave e feria o direito a execução menos gravosa, a qual está previsto no artigo 805 do CPC, bem como não era razoável e proporcional”, diz a advogada Talita Garcez, que representou a Ponte Preta na sessão de julgamento.

Ela acrescenta que a nova redução foi determinada até mesmo em virtude dos argumentos e números expostos pela Ponte Preta diante da atual situação que o Brasil e os times de futebol vivem. “Estamos em tempos de pandemia, o que dificultou em muito a angariaçãode de  valores em patrocínios  e inviabilizou a renda de bilheteria, haja vista a impossibilidade de torcedores nos estádios” , ressalta.

Vale lembrar que , independentemente da atual decisão, ainda há uma série de recursos da Ponte Preta que ainda não foram julgados, entre eles o da revisão dos valores que são alegados por Rodrigo.

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