Novo dono da camisa 10, Camilo quer três pontos nesta sexta (20): “É mais uma final na qual precisamos entrar focados, deixamos escapar a vitória em casa, então nada mais prazeroso que buscar a vitória fora pra nos mantermos colados no G4”

Foto: PontePress/ÁlvaroJr

Habilidoso e com muita personalidade, o meio Camilo sabe da responsabilidade que tem como jogador da Ponte Preta. Tanto que, com a saída de João Paulo, o atleta não titubeou e vai assumir a camisa 10, deixando de lado a 88. “Gosto de jogar com a dez. A responsabilidade é de todos, não é de um só jogador, mas estou muito motivado para alcançar o objetivo da Ponte na série A”, afirma.

Neste sentido, Camilo já antevê o confronto contra o Vitória, às 16h30 desta sexta-feira (20). “É um jogo difícil como todos, mas é mais uma final pra nós, na qual precisamos entrar focados para conquistar nosso objetivo. Deixamos escapar a vitória em casa, então nada mais prazeroso do que buscar uma vitória fora. Precisamos disso para ficar próximos do G4 e contamos com energia e força de toda nossa torcida, mesmo à distância, para vencermos”, afirma.

A Ponte Preta está no momento a dois pontos do G4 – a distância, porém, pode aumentar um pouco antes do início da 22ª rodada (já que o quarto colocado, Sampaio Corrêa, enfrenta hoje o Náutico em um jogo “de reposição” válido pela 11ª rodada). “Já demonstramos no início da competição que temos boa equipe, bom futebol. Então temos que buscar mais vitórias e regularidade,  para nos mantermos próximos ao G4, entrar nele assim que possível não sairmos mais”, ressalta.

Em relação ao esquema de jogo com um ou dois meias, Camilo reforça que joga da melhor forma para o time. “O treinador escolhe de acordo com o que vê no treinamento, nos jogos, e pelo que estuda sobre o adversário. Temos jogadores capacitados e, através do treinamento, o Marcelo vai identificar melhor solução para obter vitórias”, acredita.

Intensidade

Em relação a ir para cima do adversário ou explorar contra-ataques, Camilo ressalta que o treinador determina o estilo de jogo considerando o oponente. “Cada equipe joga de maneira diferente, então realmente tem que estudar o aniversário e, quando pintar a oportunidade de dar intensidade e ir para cima, fazer isso. Contra o Brasil de Pelotas tivemos poucas situações, porque o time deles jogou muito atrás. Então é estudar e trabalhar para ter mais efetividade”, avalia.

O meia acrescenta que a falta de estabilidade em um campeonato como o Brasileiro pode ocorrer, mas que, no caso da Ponte, é preciso frear esse problema. “Alguns times na série B vão passar por instabilidade, mas chegou o momento de trilharmos o caminho das vitórias e estamos trabalhando para isso ocorrer, com muito trabalho”, destaca.

Camilo finaliza falando sobre o fato de João Paulo ter deixado a Macaca, seduzido por uma proposta da série A. “Saídas assim são naturais no mundo futebol.  João Paulo é um grande atleta, nosso artilheiro, e desejamos sorte pra ele. Mas dentro do grupo temos jogadores capacitados, querendo entrar na equipe”, conclui.

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