Brigatti prevê confronto difícil na sexta, mas tem confiança na equipe: “O Botafogo é difícil, mas vamos analisar para saber quais jogadores terão condição de jogo para colocar uma equipe forte para vencer: a Ponte jamais vai se acovardar”

Foto:RuiSantos

O sentimento do elenco pela derrota ontem (2), causada por um incidente infeliz,  é de tristeza por ver interrompida a boa sequência da Ponte Preta. Porém, não há tempo nem razão para se apegar a essa sensação: com jogo já na sexta-feira contra o Botafogo, os comandados do técnico João Brigatti sabem que – apesar do placar – fizeram uma boa partida e que, agora, o foco já tem de ser no desafio da noite de sexta (4), contra o Botafogo-SP.

“O Botafogo é difícil, vamos analisar para saber quais jogadores terão condição de jogo para colocar uma equipe forte. Temos que manter ter a cabeça tranquila e saber que estamos no caminho certo. O time jamais vai se acovardar”, destaca o técnico João Brigatti, que chega a Campinas junto com a equipe no início da tarde desta quarta (3).

Resultado negativo

Em relação À partida de ontem, e especificamente ao fato do gol que deu a vitória ao Paraná ter sido contra, Brigatti faz uma avaliação serena. “São coisas que acontecem. Se a bola passasse, talvez o jogador do Paraná fizesse o gol também. Não sou de culpar falhas dos atletas. Se houve gol contra, houve falha de marcação na frente, deveríamos ter matado o lance. O fato é que fizemos um bom jogo, mas pecamos nos dois gols e também não matamos quando tivemos as oportunidades lá na frente. Quando tudo isso acontece, você está fadado à derrota. É triste, mas sabemos que todos deram o máximo. Fica o alento de que estamos no caminho certo”, diz.

Ele reforça o fato de a apresentação da Ponte ter sido digna de elogios. “Lamento a derrota, a gente fica triste, mas o time fez uma partida de boa qualidade. Sabemos que o Paraná é muito forte fisicamente, mas conseguimos nos impor, criamos oportunidades. Infelizmente falhamos no último terço do campo, poderíamos ter matado a partida e, claro, quando você toma um gol aos dois minutos de jogo e depois no fim do segundo tempo, atrapalha bastante”, admite.

Ausências

Sobre o fato de a Ponte ter jogado sem poder contar com nove atletas, o treinador acredita que este tipo de circunstância, ainda mais nos tempos atuais, é algo que pode ocorrer e a equipe tem de estar preparada para isso. “Não vou ficar lamentando ausências. Sabemos que os atletas que estão fora qualificam dina mais nosso elenco, mas temos que enaltecer a vontade e a garra do time que entra em campo, isso nos deixa satisfeitos”, diz.

Questionado sobre melhorias na defesa alvinegra – a Ponte tem o melhor ataque da competição, mas o setor ofensivo ainda não encaixou – Brigatti explica: “Uma equipe sempre vai necessitar de ajustes nos três setores. É importante deixar registrado que não temos tempo de treinamento e vamos tentando fazer o possível, mostrando vídeos, treinando quando dá para treinar. Já melhoramos na bola aérea, mas faltam outros ajustes e a falta de tempo, com um jogo a cada três dias, atrapalha neste sentido. Mas seguimos trabalhando e o time ainda tem muito a crescer.”

O comandante alvinegro finaliza avaliando como positivo o saldo da jornada de dez dias fora de Campinas, com três jogos realizados (duas vitórias e uma derrota).  “Conseguimos a classificação na Copa do Brasil, vencemos o Sampaio Corrêa. Ontem, infelizmente, a gente não contava com essa derrota, o placar mais justo teria sido o um a um. Mas jogamos vem e no geral voltamos a Campinas com um saldo positivo e continuamos fechados no foco do acesso”, conclui.

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