Com gol de pênalti inexistente, Ponte é superada na estreia do Brasileiro da série B e foca na reabilitação na noite de 11 de agosto contra o Brasil-RS

Foto: PontePress/ÁlvaroJr

A Ponte Preta não teve o começo que desejava no Campeonato Brasileiro da série B. Em um jogo no qual o juiz foi substituído em cima da hora por ter testado positivo para Covid-19, o árbitro-suplente fez toda a diferença para pior ao marcar um pênalti inexistente aos 42 minutos do primeiro tempo para o América – o goleiro Ivan chegou a defender, mas no rebote o adversário marcou.  A Ponte teve mais volume de jogo no segundo tempo e o juiz chegou a marcar uma penalidade também para a Macaca, mas João Paulo carimbou a trave e a partida terminou em 1 a 0. A Macaca agora se foca na reabilitação na noite de 11 de agosto, quando completa 120 anos,em partida contra o Brasil de Pelotas, na casa do adversário.

O jogo

A Ponte Preta começou já indo para cima pela direita,  mas a jogada acabou travada pela defesa adversária. Aos dois, Camilo cobrou escanteio com exatidão para a área do América e Dawhan subiu sozinho, cabeceando forte. A bola tirou tinta do gol defendido do oponente. Aos cinco, novo lance de ataque para a Macaca, mas Camilo foi parado com falta.

A Ponte seguia tentando chegar ao gol do adversário em jogadas mais rápidas, enquanto o América buscava se aproveitar dos espaços que encontrava. Aos 22, Camilo deu um drible da vaca no defensor adversário e mandou para Bruno Rodrigues, mas a bola ganhou velocidade e o atacante não alcançou. Aos 24, em contrataque rápido que incluiu Bruno Fernandes e Luís Oyama, a bola ficou com Dawhan, que chutou forte, mas o goleiro adversário defendeu.

Aos  27, Ernandes arriscou chute de longe, mas não acertou o alvo. Aos 34, nova chance com Apodi, mas a bola ganhou força demais e acabou saindo pela lateral. Aos 40, Zé Roberto arriscou um chute forte de longe, mas o camisa 1 mineiro pegou firme, no meio do gol.

Aos 42, um erro crasso do juiz Coelho deu gol de presente ao América. Em cruzamento para área da Macaca, Vitão cabeceou e a bola pegou na barriga de Apodi, que inclusive estava com as mãos para trás. O juiz, porém, afirmou que o jogador colocou a mão na bola e deu pênalti. João Paulo cobrou e Ivan defendeu, mas a bola voltou e o jogador, em dividida com Dahwan, mandou pro fundo da rede. 1 a 0, de pênalti inexistente.

Atrás no placar, a Macaca foi para cima nos minutos finais e teve chance aos 46, co  lançamento para Camilo, porém o árbitro marcou impedimento do meia alvinegro.

No segundo tempo, a Ponte voltou mais agressiva e sufocou o adversário nos minutos iniciais. Nos primeiros segundos, Camilo foi para frente em tabelinha no campo de ataque, mas foi derrubado.  Na cobrança, o meia levantou para a área, mas a zaga afastou.  Aos sete, jogada para Zé Roberto em que o goleiro adversário saiu para pegar e trombou com o atacante, ficando caído no chão após o lance.

Na sequência, Camilo passou para Apodi, que chutou, mas a zaga cortou. Aos 11, Luis Oyama avançou e tentou invadir a área, mas a defesa afastou. Oyama ainda chutou contra o gol no minuto seguinte, mas o goleiro pegou. Aos 12, Zé Roberto ganhou do adversário João Paulo, que escorregou e acabou caindo em cima do atacante pontepretano. O juiz marcou pênalti, que o pontepretano João Paulo cobrou, mas a bola explodiu na trave.

Aos 23, Bruno Rodrigues dominou na ponta esquerda e mandou para Ernandes, que chutou. A bola pegou na zaga e voltou para Zé Roberto, que mandou de boleio para o gol. O arqueiro adversário defendeu e mandou para escanteio. A Ponte queria o gol e aos 25 Bruno Rodrigues ajeitou na entrada da área e soltou uma bomba. O arqueiro oponente rebateu e a bola voltou para Ernandes, mas o juiz marcou impedimento.

Aos 28, Zé Roberto sofreu falta na entrada da área. Bruno Rodrigues cobrou com força, mas a bola subiu. No lance seguinte, Moisés recebeu pela direita, puxou para o meio e mandou em direção ao gol, mas o chute saiu pelo lado da meta. Aos 34, mais uma boa jogada com Apodi e Bruno Rodrigues, que levantou na área do oponente, mas o goleiro Airton se antecipou e conseguiu defender. Aos 40, por pouco Zé Roberto não empatou de cabeça, após cruzamento de Ernandes. A bola passou raspando a trave, mas foi para fora. Aos 44, mais uma vez a Ponte foi parada com falta. Na cobrança a bola foi levantada na área, a zaga colocou a bola para fora.  Aos 48, Bruno Rodrigues pegou forte de longe, mas a bola saiu pelo lado direito do gol. Na sequência, o árbitro apitou o final da partida.

Ponte Preta: Ivan; Apodi, Wellington Carvalho, Rayan e Ernandes; Luís Oyama (Papa Faye), Dawhan (Neto Moura), João Paulo e Camilo (Moisés); Bruno Rodrigues e Zé Roberto. Técnico: João Brigatti.

América: Airton, Diego Ferreira, Messias, Eduardo Bauermann e João Paulo; Zé Ricardo, Juninho e Alê (Lucas); Matheusinho, Felipe Augusto (Léo Passos) e Vitão (Rickson). Técnico: Lisca.

Gol: João Paulo, aos 42 do primeiro tempo, de pênalti (inexistente).

Juiz:  Paulo Renato Moreira da Silva Coelho, auxiliado por  Maxwell Rocha Silva e Ruan Luiz de Barros Silva. Quarto árbitro: Flávio Roberto Mineiro Ribeiro. Analista de campo: Jose Henrique de Carvalho

Cartão Amarelo: Luís Oyama e Zé Roberto.

Jogo realizado no Canindé com portões fechados, sem público/renda em virtude da pandemia de Coronavírus

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