Zagueiro sério, que chega firme e estuda o futebol, Luizão revela que sonhava jogar na Ponte desde que pisou pela primeira vez no Majestoso

No primeiro jogo do Campeonato Paulista de 2020, o zagueiro Luizão entrou no vestiário do Majestoso e se impressionou com o que viu. Pouco depois, se impressionou um pouco mais quando subiu ao gramado. “Vi a torcida ali, gritando, empolgada no meio do frio. Quando vi aquela torcida apaixonada e a organização da Ponte Preta, a estrutura… fazia uns quatro anos que minha meta era jogar em um time grande e pensei que era aqui. Falei pra mim mesmo que ia voltar pra vestir a camisa da Ponte e agora estou aqui. O torcedor vai ver umtorcdor muito aguerrido dentro de campo, fazendo o melhor pela Associação Atlética Ponte Preta”, diz.

O novo defensor alvinegro, que por sinal tem experiência internacional jogando em países como Uzbequistão e Itália (tem cidadania italiana, inclusive), participou na tarde desta quinta de um bate-papo onde respondeu a perguntas dos Torcedores Camisa 10_ e se mostrou entusiasmado para vestir o quanto antes o manto alvinegro (confira o vídeo mais abaixo).

Capitão no Santo André que liderava o Campeonato Paulista quando a competição foi suspensa em virtude da pandemia, Luizão fala um pouco sobre o estilo dele como líder. “Não consigo jogar calado, mas procuro orientar os companheiros e não gritar. Às vezes a gente se excede um pouco em prol do grupo, sou um jogador muito comunicativo, mas busco não gritar e sim orientar… e ser orientado. E procuro entender a característica de quem está mais próximo de mim, para que essa orientação seja melhor,” diz.

O zagueiro se mostra um apaixonado –e um estudioso – da própria posição. “Gosto muito do que eu faço e da minha posição. Em todos os clubes busco aprender com os companheiros, gosto de escutar, observar e entender minha posição em campo. Me aprimoro em todos os sentidos , acompanho jogos no Brasil e fora. Ao longo esses anos creio que melhorei muito, mas ainda tenho muito a contribuir no futebol”, acredita.

Duplas de zaga precisam s encaixar e, neste sentido, com quem Luizão acredita ter feito a melhor dupla? Ninguém menos que… “David Luiz. No Mundial SUB17, joguei com ele na zaga na Seleção Brasileira. Por eu ser mais sério e ele mais brincalhão, encaixou muito. Nossas características são diferentes, eu não sou muito espaço e ele tem aquela saída de bola diferenciada, é habilidoso e faz algumas graças, enquanto eu chego firme e entrego a bola pros meus companheiros sem dar muito espaço pro atacante. Casou legal”, conta.

Os ídolos do atleta, porém, são outros. Na própria posição é outro Luisão, com “esse”:  Ânderson Luís da Silva, que defendeu o Juventus, o Cruzeiro, o Benfica de Portugal e a Seleção Brasileira. “Meu início de carreira foi no Cruzeiro. Eles me apelidaram de Luizão por causa do âmdeson Luís, sem saber que meu nome também era Luiz. Na minha posição para mim ele é referência. Outro ídolo é o Rivaldo, joguei um ano e pouco com ele. Não é da minha posição, mas para mim é um exemplo de atleta e pessoa.”

 

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