Ponte tem vitória jurídica em ação movida por Paulinho

A Justiça deu ganho de causa para a Ponte Preta em ação movida pelo volante Paulinho, que atuou pela Macaca em 2018. Paulinho ajuizou reclamação trabalhista alegando, dentre outras coisas, fraude na celebração do contrato de imagem, além de afirmar que o valor era pago na conta da própria esposa.  A juíza do caso concluiu em sentença que não houve fraude ou invalidade, fosse ela material ou formal, nos contratos celebrados. Além disso, assim como em outros processos, neste a Justiça também concedeu a justiça gratuita em favor da Ponte Preta e condenou o atleta a pagar honorários aos advogados pontepretanos.

“Acredito que sempre devemos tentar resolver as questões com diálogo, porém nos dias de hoje , infelizmente, qualquer divergência acaba virando uma ação na justiça e muitas vezes a opinião pública acredita que aquela denúncia, simplesmente porque foi feita à Justiça, é verdadeira. Por isso é importante mostrar quando ganhamos uma ação para deixar claro que efetivamente fazemos o que é certo  e continuaremos nos empenhando para sempre fazer o que é correto”, diz Sérgio Acácio, diretor jurídico da Ponte Preta.

O advogado João Felipe Artioli, que representou a Ponte no caso, fala um pouco mais sobre o caso. “A Ponte Preta comprovou documentalmente que o contrato de cessão de imagem foi celebrado com uma empresa indicada pelo atleta,  da qual ele sequer integra o quadro social, e que os pagamentos eram realizados na conta bancária desta empresa, nunca da esposa de Paulinho”, pontua.

Além disso, a Ponte demonstrou que o mesmo tipo de contrato já havia sido celebrado com outra empresa, sobre a cessão da imagem do atleta, na primeira passagem dele pela equipe (em 2015), e na época ele não fez qualquer questionamento. “Sobre o contrato de imagem, a juíza reconheceu que não havia qualquer fraude e julgou improcedente o pedido neste sentido e de reconhecimento dos valores pagos a título de imagem como salário. O entendimento dela foi de que o atleta não negou ou fez prova em contrário daquelas provas que nós apresentamos”, conclui Artioli. A sentença foi dada em primeira instância e cabe recurso de ambas as partes.

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