Brigatti aposta em semana de trabalho e destaca: “Não vim para Ponte para perder, não gosto e não sou perdedor, nossa equipe tem que ser briosa e com a atitude do segundo tempo em São Paulo, onde com um a menos equilibramos e podíamos até empatar, e o torcedor tem que apoiar”

Foto: São Paulo FC

Após o revés contra o São Paulo pelo Campeonato Paulista ontem (1º), o técnico João Brigatti aposta na semana cheia de trabalho para que a Ponte volte a vencer pelo Campeonato Paulista de 2020. “Temos que levantar a cabeça. Desde minha chegada aqui  tive apenas dois treinos, mas agora, sim, temos uma semana de treino para enfrentar o Bragantino Red Bull, e vamos usar esse tempo para equilibrar e evoluir, tanto no setor físico quanto no trabalho tático”, acredita.

Na opinião do treinador, o time também precisa equilibrar a própria atitude, que deve ser firme durante todo o tempo durante as partidas. “Queremos uma equipe viva e vibrante o tempo todo. Muita coisa vai mudar já a partir da reapresentação e acredito que a Ponte ainda consiga buscar classificação dentro da chave”,afirma.

O treinador fala sobre a partida de domingo. “A gente já tinha em mente que a equipe sentiria um pouco  or questões físicas, com a partida desgastante na quinta contra o Vila, em que teve muito desgaste físico e mental, sendo que enfrentaríamos uma equipe da qualidade do São Paulo, que se preparou a semana inteira e de grande qualidade técnica e tática. Mas esperávamos uma possível queda dela no segundo tempo e não o contrário”, avalia.

O treinador continua a análise. “Tivemos um gol mal anulado que podia ter mudado a história da partida e na sequência sentimos o primeiro gol, até então estava equilibrado. O time se abateu, o São Paulo teve grande superioridade e no finalzinho tomamos segundo gol. No vestiário conversamos muito, em especial pela postura, que tem que mudar. Aí no segundo tempo o Yuri foi expulso e ficou mais difícil, se não tivéssemos um goleiro de seleção, podia ser até uma derrota vergonhosa, porém tivemos atitude e não desistimos”, diz.

Essa atitude, destaca Brigatti, fez a diferença. “Não vim para a Ponte para perder, não gosto e não sou perdedor. A atitude nossa no campeonato tem que ser a do segundo tempo, onde com um a menos equilibramos e podia até empatar. A sequência negativa incomoda  qualquer equipe, mas temos que buscar no nosso elenco a força para sair da situação incômoda, pontua.

O treinador também clama o torcedor para mudar o discurso e apoiar o time. “A postura muito abatida dos atletas e da torcida precisa mudar,  astral tem que ser diferente.  Queremos uma equipe briosa, que vença sempre que for possível e que, quando não for, venda caro qualquer resultado negativo, faça o oponente suar sangue. E nosso torcedor tem que apoiar, tem gente que nunca está contente, reclama, por exemplo, do jogo com o Vila Nova porque ganhou no pênalti, sendo que sufocou o outro time o tempo inteiro e ganhou, o que é mais importante. Precisamos estar juntos, unidos e com postura para que a Ponte volte a crescer.”

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