Perto de completar 200 partidas com a camisa da Ponte, artilheiro Roger afirma: “Sei fazer gols e vai voltar a acontecer, espero que já no domingo, temos que pisar forte no Morumbi”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A cinco jogos de completar 200 partidas com a camisa da Ponte Preta, o atacante Roger coleciona bons números em suas passagens pela equipe alvinegra. No ano passado, por exemplo, foram 14 gols em 30 jogos, uma marca de quem é artilheiro profissional. Contudo, neste ano o próprio atleta lamenta estar passando por uma fase na qual a bola não tem entrado tanto,  o que foi evidenciado por ele mesmo na partida em que a Ponte se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil – o camisa 9 converteu o pênalti cobrado por ele após o tempo regulamentar, mas teve duas chances inconclusas no tempo regulamentar. A fase, porém, termina no domingo se depender da vontade do pontepretano.

“Ser (o camisa) nove é isso. Você tem oportunidades de marcar gols importantes e converte, mas à vezes acaba pecando. Na quinta na primeira chance eu chapei cruzado, como o manual do atacante pede, mas infelizmente não deu certo. Mas na segunda chance eu realmente errei. Fiquei muito chateado e entendo a cobrança do torcedor, sei do carinho que ele tem por mim e isso aumenta a cobrança, até porque no ano passado em 30 jogos eu fiz 14, neste ano poderia ter feito mais. Mas eu sei fazer gols e vai voltar a acontecer, espero que seja já no domingo, no Morumbi”, enfatiza.

Roger reforça: “A torcida que cobra é a mesma que vai aplaudir se eu fizer minha parte e é nisso que vou me concentrar. Meu pai me cobrou após o jogo, disse que eu tenho que treinar mais, e se ele me cobra, imagine a torcida. Então vou treinar muito, aprimorar e voltar a trazer mais alegria. O mais importante no jogo pasado, porém, foi a classificação e agradeço a Deus por isso, o objetivo foi alcançado e é isso que importa”, pontua.

Para o jogador, o mesmo espírito demonstrado em campo contra o Vila Nova tem que entrar em campo na tarde de domingo, porém com maior efetividade nas conclusões. “Na quinta fizemos um dos melhores jogos nossos na temporada, dominamos adversário, marcamos bem, fomos consistentes. Agora a chavinha foi virada para domingo e temos que pisar forte em São Paulo”.

O capitão pontepretano finaliza elogiando a postura do time e de um atleta em especial, bem como reforça o foco no jogo de domingo pelo Paulistão 2020. “A entrada do Darnley foi muito positiva, é uma jóia que a Ponte tem na mão. O nível de marcação, de pegada, de roubar bola desse menino é assombroso, facilita nosso contrataque. Todo o time teve garra e espero realmente que a gente pise firme lá no Morumbi e possa pontuar. Vamos pra vencer, mas se não conseguirmos, pelo menos precisamos pontuar na rodada”, conclui.

 

 

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