Julgamento de Juninho e João Paulo: Ponte apresenta defesa e auxiliar tem suspensão de um dia, já cumprida, confirmada; pena de atleta é revertida para advertência

 

O Tribunal de Justiça Desportiva julgou no final da tarde de ontem (17) as expulsões do auxiliar técnico pontepretano Juninho –  ocorrida no jogo contra o Corinthians – e do meia João Paulo, que aconteceu no embate com o Palmeiras. Juninho foi denunciado no art. 258, §2º, II, do CBJD, por assumir conduta contrária à disciplina desportiva por, segundo a súmula, reclamar desrespeitosamente contra a decisão da arbitragem, com pena prevista de suspensão de uma a seis partidas.

“Após sustentação oral, por unanimidade, os auditores da  1ª Comissão Disciplinar. puniram o auxiliar técnico Juninho com apenas uma partida, a qual já foi cumprida na suspensão automática na partida contra a Inter de Limeira, conforme §2º do art. 48 do Regulamento Geral de Competições”, explica o advogado pontepretano João Felipe Artioli.
 

João Paulo, por sua vez, foi denunciado no art. 250, II, do CBJD, por prática de ato hostil, segundo a súmula, “ao empurrar acintosamente o adversário”, com pena prevista de suspensão de uma a três partidas. Também após defesa oral, por maioria de votos (3 a 1), divergindo o presidente, o meia-atacante foi apenado com uma partida.

“Essa pena foi convertida em advertência, após demonstrarmos a inexistência de atitude passível de punição, especialmente pelo fato de que o segundo cartão amarelo somente foi aplicado em decorrência da discussão que se seguiu com o atacante Dudu e não pelo momento em que se estranharam quando o atleta da Ponte Preta tentava bater rapidamente uma falta no meio de campo, já nos acréscimos da partida, como apontado na denúncia”, acrescenta Artioli.

Apesar de João Paulo já ter cumprido ontem a suspensão automática, antes de ocorrer o julgamento, ficará registrada no histórico do atleta apenas a advertência.

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