Gilson Kleina admite rendimento abaixo do esperado, mas enfatiza: “Estamos chateados, mas sabemos que o campeonato é difícil e equilibrado e peço à nossa torcida que apóie nos apóie no sábado, nosso time precisa da energia dela para termos outro tipo de postura diante do Palmeiras”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Duas estréias por causa de contusão, campo molhado, cansaço após o empenho extremo para vencer o Corinthians no Majestoso quatro dias antes. Para o técnico Gilson Kleina, a explicação para a derrota diante da Inter de Limeira – que manteve a Ponte na segunda colocação do grupo A – passa por estes fatores, mas eles não são desculpa para o resultado ruim. “Diferente dos últimos dois jogos, ontem sofremos muito na organização ofensiva, tínhamos a construção da jogada, mas de maneira mais lenta e não conseguíamos segui  lá na frente. Nosso nível de competitividade ficou muito abaixo”, lamenta.

O treinador acredita que é preciso ajustar o time para que a atuação em Limeira não se repita e, para enfrentar o Palmeiras, pede o apoio do torcedor pontepretano. “Estamos chateados, mas sabemos que o campeonato é difícil e equilibrado. As equipes estão começando a se entrosar e a a pegar condição, e nosso time está em construção, temos apenas quatro remanescentes do ano passado e ontem, por causa de lesão, tivemos duas estréias. Peço à nossa torcida que apóie nos apóie no sábado, nosso time precisa da energia dela para termos outro tipo de postura diante do Palmeiras”, diz.

Entre as principais questões que o treinador quer corrigir está a situação de recuo após marcar gol, algo que se viu no jogo de ontem. “Ninguém trabalha para fazer gol e recuar. Temos que entender porque isso ocorreu e também porque o adversário fez linha de cinco em cima da nossa, e trabalhar para resolver isso. Em 12 dias foram quatro jogos, com vitórias nos dois anteriores. Para mim foi nítido que alguns jogadores não se recuperaram da alta demanda do último jogo no Majestoso, não jogamos bem.”

O treinador lamenta ainda que a equipe tenha perdido “dois atletas guerreiros”, Jeferson e Lazaroni. “Tentamos mudar o menos possível em relação ao jogo anterior, fizemos isso por causa de lesões. Yuri e Matheus Alexandre entraram, são bons atletas, mas ainda não tinham ritmo de jogo, porém a responsabilidade é de todo grupo e minha. Quando se veste a camisa da Ponte Preta, tem que ter responsabilidade. E todo mundo foi abaixo ontem”, afirma.

O treinador finaliza enfatizando que agora é trabalhar forte para conquistar a reabilitação já no sábado. “Temos ajustes a fazer e, reforço, contamos com o apoio do nosso torcedor. Vamos agir com pés no chão e coerência, para voltar a vencer”, conclui.

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