Tiãozinho debate modelos de gestão e profissionalização de diretorias com presidentes da CBF, FPF e equipes da série A e B

O presidente pontepretano Sebastião Arcanjo reuniu-se nesta semana com os presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (Rogério Caboclo), Federação Paulista de Futebol (Reinaldo Carneiro Bastos) e de diversas equipes da série A e B para coletar e debater informações sobre modelos de gestão e propostas de profissionalização das diretorias dos times de futebol. “

Como todos estavam no Rio de Janeiro na solenidade de encerramento do Campeonato Brasileiro,  aproveitamos a ocasião para debater o tema que interessa muito para a Ponte Preta, uma vez que entendemos que hoje a Ponte precisa de um modelo de gestão no qual possa migrar gradualmente, observando as condições financeiras, para contratação de profissionais para gerir alguns departamentos, como já acontece em clubes como Flamengo, Grêmio e Bahia, por exemplo”, diz Tiãozinho.

 

Segundo o presidente pontepretano, em relação à proposta que sendo analisada no Congresso para transformar clubes em empresa, não há consenso entre os clubes. “A Ponte vai aguardar a matéria para debater internamente o tema, e isso deve inclusive ser feito no Conselho Deliberativo, que é a esfera correta para este tipo de debate.  Porém levaremos essa situação em conta na composição de nossa diretoria a curto prazo e com possíveis adaptações a médio prazo para novas realidades. Contudo, entendemos neste momento que para que a Ponte possa efetivamente entrar em um modelo mais moderno de gestão, com profissionais capacitados à frente de alguns setores como entendemos ser melhor, realmente será necessário trabalhar em uma reformulação do estatuto. Já existe uma Comissão de Reforma de Estatuto aprovada em Conselho e a expectativa é que esta comissão possa oferecer uma proposta para mudança entre janeiro e fevereiro de 2020”, diz.

 

 

Neste ínterim, a presidência deverá anunciar neste sábado – na reunião do Conselho Deliberativo – a diretoria no formato atual, ou seja, cada pasta terá à frente um pontepretano abnegado, que usará seus conhecimentos para o melhor da instituição de maneira voluntária.  “O que talvez façamos é, ao menos no momento, deixar vaga a diretoria de futebol para esperarmos esta mudança, pois entendemos que hoje além de termos o Executivo de Futebol, criamos uma Comissão de Futebol que define em conjunto as ações a serem tomadas, um modelo que inclusive outros times começaram a utilizar também, como o Palmeiras. Aliás, esta já é uma diferença básica do que estamos fazendo na Ponte Preta: há todo um processo democrático de discussão, as decisões são tomadas com conhecimento e opinião de várias pessoas e não de um único dirigente ou um dirigente e um grupo seleto de amigos”, conclui.

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