Volante alvinegro avisa: “Índio ERA meu apelido, mas agora sou gorila: me chamem de Bruno Reis”

Com pré-contrato assinado e esperado em 3 de janeiro no Majestoso para exames, o volante Índ…oops. Melhor deixar o próprio jogador explicar:  “Índio ERA meu apelido, mas agora sou gorila: me chamem de Bruno Reis.” É isso mesmo torcedor: o que é um apelido de infância diante da honra de vestir o manto sagrado da Macaca? Alertado pela Ponte e por alguns torcedores de que “índio” era uma possível referência ao apelido do outro time de Campinas, Bruno  Reis não titubeou.

“Foi até bacana, alguns torcedores mesmo entraram em contato pelas redes sociais e me disseram: ‘cara, tem que mudar o apelido, aqui em Campinas tem que ser gorila’. Entendi, achei legal e até mudei minha conta de instagram no ato”, revela https://www.instagram.com/_brunoreis8/ .

 O apelido antigo, por sinal, surgiu na escola, dado por colegas.  “Eu era pequenininho e tinha aquele corte de cabelo tigelinha, em forma de cuia, e começaram a me chamar desse jeito. Acabou ficando, apesar de nõ ter nada a ver comigo” pontua.

O que tem muito a ver com Bruno Reis, porém, é o chamado DNA da Ponte Preta. “Meu lema de vida é não desistir nunca, pra mim não tem boa perdida. Sou um jogador que tem técnica, mas o torcedor  pode estar certo que raça é o que não falta. Podem estar certos que farei de tudo para honrar a camisa pontepretana e dar orgulho e alegria ao torcedor. Já conheço a Ponte há bastante tempo, porque sou do interior de São Paulo, de Araçatuba: é um time grande, de tradição, e espero ter grandes conquistas pela Macaca”, conclui o volante.

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