Autor do primeiro gol na vitória contra o Londrina, Cajá destaca: “Agora não vamos deixar cair, não, tem que todo mundo estar ligado, concentração máxima, para vencer na sexta-feira”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Ninguém discute a qualidade do meia Renato Cajá, autor do primeiro gol da Macaca na partida contra o Londrina – primeiro nesta passagem, é bom deixar claro: ao todo já são 44 marcados com  a camisa alvinegra. Cajá, porém, quer mais. Não só gols – “quem sabe não chego aos 60?” – como, em especial, vitórias com a Ponte Preta.

“Precisamos manter treino e foco da mesma forma, às vezes não estávamos mantendo a mesma concentração fora de casa. Mas agora não vamos deixar cair, não: tem que todo mundo estar ligado, concentração máxima, porque o jogo de sexta vai exigir isso. Precisamos buscar o resultado positivo, estar concentrados, dedicados, sem empolgação. Essa é a receita que precisamos colocar em prática nos próximos jogos”, pontua o camisa 10.

Ele enfatiza que o time tem consciência de que a boa vitória da última rodada não apaga outros resultados negativos que poderiam ter sido evitados. “Na terça fizemos um jogo importante, a gente vinha de uma derrota muito difícil contra o Botafogo e precisávamos dar uma resposta no Majestoso. A resposta foi dada com vitória, mas temos muito o que melhorar, não temos nada para ficar empolgados ainda, tem muito chão a percorrer. É focar jogo após jogo, não se deslumbrar com situação nenhuma e trabalhar com empenho e dedicação.”

Cajá acrescenta que continua muito bem fisicamente para ajudar o time. “Se me sentir desconfortável ou muito desgaste eu vou falar, mas este jogos agora são bem delicados e preciso estar inteiro para eles. Queremos colocar esse time de novo na série A e não importa quem estiver  no campo, tem que estar focado nisso, sabemos da nossa responsabilidade. Temos de estar focados e firme para continuar nesta batida de vitória”, afirma.

Ainda sobre o tema recuperação física – quando o atleta chegou, Kleina destacou que ele estava em plena forma, mas precisaria de mais atenção neste departamento – Cajá explica o que significa este diferencial. “É mais o fato de que a recuperação demora um pouco mais, o atleta quando passa dos 30, como é o meu caso, às vezes não tem recuperação rápida como um jovem. Na prática é mais entrar no balde de gelo, manter força na musculação, alimentação, proteína, deixar o corpo recuperar. O importante é estar bem treinado e dedicado em cada momento, e se tiver a hora em que estiver desgastado, conversar com o técnico.”, diz.

Renato Cajá finaliza contendo o entusiasmo de alguns torcedores que já pedem a permanência dele para o Paulista de 2020. “A Ponte tem um histórico de grandes jogadores e ainda é muito cedo, tenho muito o que mostrar aqui ainda. Tenho contrato com o Juventude e agora é importante manter a cabeça no aqui e agora. Acabando o campeonato a gente pode conversar, resolver toda questão burocrática, ver qual será o caso. Mas vamos pensar no agora e as coisas vão acontecer naturalmente”, conclui.

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