Cajá quer estrear já contra o Paraná e afirma: “Fisicamente estou melhor do que quando jogava com 25 anos e estou disponível para jogar onde o time precisar: em momentos de crise as oportunidades chegam, as coisas começam a mudar e o time encaixar”

Foto:PontePress/ThiagoToledo

Nome publicado no BID, muita disposição para estrear e tudo em ordem fisicamente: o meia Renato Cajá está pronto para voltar a vestir a defender a camisa da Ponte Preta, no que depender dele já na partida contra o Paraná, desde que o técnico Gilson Kleina queira.   “Joguei domingo passado com o Juventude, estou bem fisicamente e é importante entrar: estou treinando certinho com a equipe e quando o Kleina definir vou estar dentro de campo, à disposição pra jogar onde ele quiser”, diz.

O camisa 10, por sinal, acredita que fisicamente não deve nada a ninguém. “A parte física está melhor do que quando eu jogava com 25 anos, sério mesmo. O preparador físico do Juventude e o do Goiás no ano passado, os caras falaram bem. Claro que a gente tem um período de recuperação bem maior, até por causa da idade, mas a parte física está bem melhor. Me preparei bem para voltar ao Juventude, passei um mês e meio só treinando, e estou 100% para jogar aqui na Macaca”, pontua .

Com grandes passagens pela Macaca, em especial em 2008, 2011 e 2014, Renato fala sobre o que espera desta nova passagem pela Ponte. “É uma oportunidade poder voltar, ajudar de alguma forma, mesmo sendo pouco tempo. Espero estar em campo e deixar meu melhor para a Ponte. Antes de ser jogador, sou torcedor. Estou na cidade há muito tempo, passei cinco vezes aqui, claro que fica uma marca no clube, quero deixar uma marca muito melhor que em 2017, quando estive aqui pela primeira vez.”

Ele acrescenta que voltar neste momento foi uma escolha pessoal. “Tem gente que não acredita, mas em momentos de crise as oportunidades chegam, as coisas começam a mudar e o time encaixar. Tive outros convites e quis vir pra cá mais uma vez. Sei da minha qualidade, o  quanto posso ajudar, e tenho certeza que quando o time encaixar a gente vai subir, torcida vai estar junto.  O importante é a Ponte vencer e a gente subir para a Série A e dentro de campo vou tentar fazer meu melhor. Mas nem eu nem ninguém aqui é um Messi, que pega a bola e faz tudo. Precisamos da equipe, de todo mundo junto”, conclui.

 

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