Em noite memorável, Ponte eterniza parte de sua história e homenageia mais de um século de seus presidentes

Fotos:PontePress

Colocar um time acima de tudo, da família, dos negócios, da vida cotidiana, das demais paixões e interesses. Pensar nele 24 horas por dia, fazer por ele tudo o que é humanamente – e às vezes desumanamente – possível. Dedicar-se a uma causa mais do que qualquer outro sem nenhum tipo de remuneração, sem esperar nenhum tipo de reconhecimento, ciente de que muitas vezes as conquistas serão efêmeras e os eventuais tropeços, incompreendidos.

Diante de tudo isso, o que leva uma pessoa a ser presidente da Ponte Preta? Qual seria a possível recompensa para que alguém carregue um fardo tão grande? A resposta é até simples. Há quem diga que a Ponte Preta é mais do que uma paixão. Torcer por um time com uma história tão rica e que está sempre em busca de algo melhor é um verdadeiro exercício de fé.

 

 

Pois se torcer pela Ponte Preta é ser fiel, ser presidente da Macaca é um sacerdócio, é uma declaração de amor incontestável, é um ato de sacrifício por algo maior que nós mesmos. E, mais ainda, ser presidente da Ponte é algo que merece o reconhecimento de todos os pontepretanos, é ser alguém que merece que a gratidão de uma nação alvinegra seja eternizada.

Foi por esta razão que nesta quarta-feira (11), em uma noite memorável, a Ponte Preta reuniu no Salão Nobre Pedro Pinheiro  torcedores, imprensa, dirigentes e pontepretanos inesquecíveis para homenagear  -deixando gravados nas paredes do Majestoso para a posteridade – os nomes de todos os presidentes do mais de um século de história do clube. Aliás, não apenas dos presidentes de diretoria Executiva como também do Conselho Deliberativo.

 

 

Mais ainda, em noite de festa, preparou uma bela homenagem para os nove presidentes pontepretanos vivos: placas homenageando os bons serviços prestados e a dedicação à instituição. Seis deles – o atual presidente José Armando Abdala e os ex-dirigentes Peri Chaib, Marco Antonio Chedid, Marcos Costa,  Nivaldo Baldo e Márcio Della Volpe. Os ex-presidentes  Sérgio Carnielli, Lauro Moraes e Vanderlei Pereira não puderam estar presentes para receberem pessoalmente homenageados, mas foram amplamente lembrados e terão suas placas entregues a eles.

“Não poderíamos deixar de homenagear os nove presidentes que ainda estão entre nós, os nove heróis que, a seu modo e da melhor maneira que podiam, se entregaram de corpo e alma no comando o primeiro time de futebol do Brasil”, diz Eric Silveira, diretor de Marketing alvinegro .” Conhecer e valorizar a própria história é fundamental, ainda mais em se tratando de um time de futebol que tem tanta história como a Ponte”,completa o diretor financeiro Gustavo Valio.

 

Todos os presidentes fizeram discursos emocionados, nos quais, mais que relembrar, renovaram seu compromisso e paixão pela Macaca. “Independentemente das conquistas que tiveram e dos obstáculos que precisaram superar, são pessoas que colocaram a Ponte acima de tudo e se dedicaram a ela, por isso merecem reconhecimento. A Ponte precisa e vai, sempre, valorizar aqueles que se dedicaram por ela”, pontua o diretor social André Carelli, um dos idealizadores  da homenagem histórica.

Abdalla Jr., atual presidente da Diretoria Executiva e ele próprio um ex-presidente de Conselho Deliberativo, resumiu o sentimento por parte dos dirigentes. “Foi um prazer enorme, uma honra, poder reunir sob um mesmo teto tantas pessoas que se dedicaram e dedicam suas vidas à Ponte Preta. De minha parte, só tenho a dizer que, como sempre falei, para mim ser pontepretano é mais que uma paixão, é um ato de fé. E sempre farei meu melhor pela nossa Macaca.”

 

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