Em Brasília, presidente Abdalla discute mudanças na Lei Pelé e no Profut com governo e lideranças do Congresso Nacional: “Expectativas são muito boas”

Fotos:PontePress

O presidente pontepretando José Armando Abdalla Jr. participou na manhã desta quarta (11) de uma reunião na casa do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para discutir junto às principais lideranças do Congresso Nacional as m mudanças que irão ocorrer na Lei Pelé e no Programa de Modernização da Gestão de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).  

O encontro de hoje, no qual Abdalla trocou idéias com Maia e com os relatores das propostas na Câmara Federal (deputado Pero Paulo) e no senado (senador Romário) teve também a presença do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, e de dirigentes do Flamengo, Botafogo-RJ, Fluminense, São Paulo, Corinthians, Santos, Palmeiras, Athlético Paranaense, Cruzeiro,  Red Bull Bragantino, Vila Nova, São Bento, Ferroviária e Gama.

 

 

“Ontem fizemos uma reunião com o Ministro da Cidadania, Osmar Terra, e a equipe do governo, para ouvir o que eles tinham a dizer sobre o tema. Atualmente a secretaria especial do esporte é veiculada ao Ministério da Cidadania, por isso fomos recebidos por ele. Já hoje conversamos com os congressistas, em especial Maia, Pedro Paulo e Romário, e as expectativas são muito boas. Os projetos estão sendo trabalhados em caráter de urgência e devem ser um marco no futebol brasileiro, promovendo mudanças profundas”,  pontua o presidente pontepretano.

Abdalla destaca algumas das principais alterações propostas. “Há um viés muito grande de incentivar e proteger a formação de atletas nas Bases dos clubes. Além disso, haverá mudanças em relação às questões trabalhistas dos atletas, que não deverão mais seguir regras diferenciadas, e nas possibilidades de captações internacionais. Acima de tudo, estas alterações deverão transformar todos os integrantes do setor em clubes-empresas”, diz.

Neste sentido, Abdalla Jr. acrescenta: “ A princípio, nenhuma associação será forçada a se tornar um clube-empresa, porém fica claro que será um caminho natural, pois todos os incentivos e benefícios  deverão ser concentrados para esta modalidade de clube, ou seja, os times-empresa terão mais condições para se manter e se desenvolver do que aqueles que não optarem por esta mudança.”   

  

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