Em Bragança, Renan Fonseca destaca: “Temos que aproveitar essa intertemporada para crescer e melhorar : temos três meses pela frente para fazer história”

Foto:PontePress/CláudioAlbuquerque

O elenco pontepretano chegou ontem (6) à Bragança Paulista e já realizou as primeiras atividades na HWT Sports Academy, onde fica até terça-feira em intertemporada. Os atletas dão sequência hoje a uma agenda intensa de treinamentos e concentração, e o capitão Renan Fonseca destaca a importância deste período.

“Estamos vindo de bons resultados, conquistamos quatro pontos em seis, sendo uma vitória contra o vice-líder e um empate fora de casa. Agora  temos que aproveitar essa intertemporada para crescer e melhorar sob o comando do Gilson Kleina”, pontua o zagueiro. A principal meta de Kleina com o período fora de Campinas, no qual a equipe e a comissão permanecem 24 horas juntos, é não só promover uma atividade mais intensa como estreitar laços, gerar um maior entrosamento. Algo que Renan endossa.

“Em termos de tática, formação, cada treinador tem um perfil. O Gilson Kleina chegou e não teve tempo para colocar as idéias dele, nos primeiros jogos  nos ajustamos na base da conversa, mas agora, aqui, ele começa a expor melhor suas idéias para que a gente coloque em prática.  Quanto antes a gente recriar uma identidade sob o comando dele, será melhor para nós na conquista de nosso objetivo de acesso”, pontua.

Renan complementa: “Vínhamos numa  toada bem pesada, o  time estava um pouco desgastado e entendemos que este é o momento em que a gente precisa trabalhar. O Gilson precisa nos conhecer melhor e nós, jogadores, conhecermos o  estilo dele. Então esta intertemporada é para aprimorar, melhorar para sequência: temos três meses pela frente para fazer história conquistando  nossos objetivos.”

Ele acrescenta que para que a meta seja alcançada a palavra-chave é comprometimento. De todos, pois não é o trabalho isolado de um treinador ou de um atleta que fará a diferença. “O Jorginho era mais estilo paizão, compreensivo, enquanto o Gilson cobra um pouco mais. Mas nem um nem outro faz milagre, milagre ninguém faz. O que o treinador tem que saber é usar o elenco da melhor forma possível e nós, jogadores,  temos que comprar a ideia. Só juntos e focados no mesmo objetivo é que chegaremos lá”, afirma.

O zagueiro finaliza analisando o que, na opinião dele, precisa ser melhorado na equipe em campo. “Falta volume de jogo pra nós, na parte ofensiva do campo a gente precisa trabalhar  mais a bola e ter paciência. E quando falo isso não estou dizendo que são os atacantes que têm que ficar com a bola: nós temos é que temos que fazer a bola chegar pra eles fazerem o gol. A zaga, volantes, meias e laterais têm de dar suporte, segurar e rodar a bola para ir empurrando e  sufocando o adversário até achar a melhor opção para passar pros atacantes fazerem o gol”, conclui.

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