Jorginho fala sobre a vitória contra o Figueirense: “Foi m jogo atípico, com quatro mudanças e sete jogadores resfriados: o que importa não é não ter ficado com a bola e sim ter levado os três pontos”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A Ponte Preta conquistou a segunda vitória seguida ontem, ao vencer por 1 a 0 o Figueirense na casa adversária, e dormiu no G4. Após o jogo, o técnico Jorginho chegou a ser questionado pelo fato de o time não ter tido tanto domínio de bola, algo que costuma ser característico da equipe, em especial após ter marcado o gol. Para o treinador, a explicação é simples.

“Tivemos quatro mudanças causadas por suspensão e lesão e, em um time, mudar tanto assim  muda a característica de jogo. Além disso, temos sete jogadores que estavam muito gripados, entre os quais o Vargas e o Marquinhos, e mais uma vez tive jogador lesionado em campo. Ainda assim, fizemos gol importante no primeiro tempo, que nos deu oportunidade de sair no momento certo. A equipe deles não nos incomodava tanto e, sim,  devíamos ficar mais com a bola, mas o mais importante foi ter levado os três pontos, neste sentido não importa ter ficado ou não com a bola”, diz.

Jorginho destaca a atuação dos laterais Henrique Trevisan – zagueiro de origem e substituindo o titular Guedes na posição – e Diego Renan, autor do gol. “O Trevisan é muito inteligente. Apesar de ser zagueiro e ter jogado como lateral esquerdo, ele vai muito bem e precisa agir sempre desta forma, ter surpresa, chegar momento certo. Foi muito legal ele cruzar pro Diego Renan  fazer o gol e depois, em outro momento do jogo, quase fizemos contrário, com Diego Renan cobrando para o Trevisan próximo à trave, ele não ampliou o placar por pouco.”

Jorginho finaliza ressaltando a capacidade do adversário. “O Figueirense tem boa equipe, com posse e transição ofensiva, é uma equipe que com certeza vai brigar do meio pra frente da tabela. Vimos o quanto foi difícil ganhar. Mas  Às vezes os problemas extra campo atrapalham um pouco mesmo. Nós mesmos vimos que a situação deles é difícil, pois tivemos que ir embora após o jogo para o hotel porque não tinha água para os jogadores tomarem banho no estádio”, conclui.

 

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