Roger prega tranqüilidade no dérbi e enfatiza: “É uma grande oportunidade de conquistar três pontos e contamos com o apoio do nosso torcedor”

PontePress/ÁlvaroJr

Nascido em Campinas, pontepretano de coração e com um histórico que inclui outros dérbis jogados com a camisa da Ponte, o atacante Roger sabe mais do que ninguém o peso do clássico deste final de semana. Mas, se por um lado sabe que é um jogo diferente e que exige mis concentração e garra, por outro também sabe que é uma partida que, assim como as demais da competição, vale pontos fundamentais para um time que visa ao acesso para a série A.

“É uma grande oportunidade de conseguir três pontos. Nós, que somos da cidade, vivemos com mais intensidade o dérbi, mas temos que ter tranqüilidade. Sabemos que recentemente passamos por um momento difícil, mas estamos em casa e temos que fazer um grande jogo, focar nos três pontos, voltar a vencer e colar no G4”, relata o camisa 9.

O foco e a calma da equipe, porém, são apenas parte da fórmula vencedora. A outra partee, igualmente importante, é o apoio da torcida – mais de 12,5 mil macacos já haviam assegurado seu lugar no estádio até a manhã desta sexta-feira (9). “Peço ao torcedor que apóie desde o começo, que venha ao Majestoso com pensamento positivo, de que a gente pode vencer, que terá um grande domingo de Dia dos Pais e 119 anos da Macaca.”

Roger acredita que o time tem motivos para ter confiança em si. “A tabela mostra que estamos num bom lugar e que o caminho está certo, que podemos fazer um grande jogo no domingo e vencer. O Jorginho trouxe padrão e uma invencibilidade de nove jogos  pra equipe, há quinze dias atrás estávamos disputando liderança. A Série B demonstra que todos os times têm um momento ruim no campeonato, tomara que o nosso chegue ao fim no domingo”, diz.

Neste sentido, acrescenta o atacante, o time precisa impor o próprio estilo de jogo sobre o oponente. “Nós conseguimos um ponto em Sorocaba que não pode ser desprezado dentro de planejamento de acesso, onde se você ganha em casa empata fora sobe, mas aquele não é nosso time.  Igualamos o adversário  na força, mas temos que voltar a ser o que somos, um time que se impõe, se infiltra, tem toque de bola. Espero que no domingo fiquemos nesta característica: colocar a bola no chão, domine o adversário e vença com qualidade”, conclui

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