Prestes a completar 100 jogos pela Ponte, Renan Fonseca se mostra honrado e cobra grupo manutenção do bom momento no Brasileiro: “Não podemos deixar se instalar aqui o corpo mole e achar que está tudo certo, é manter os pés no chão e mais trabalho ainda”

 

Foto:PontePress/Álvaro Jr

A equipe da Ponte Preta retornou às atividades no início da semana, após período de recesso por conta da paralisação da Série B, e quando novamente entrar em campo – no dia 12 de julho, contra o Oeste, às 21h30, no Moisés Lucarellli – o zagueiro Renan Fonseca chegará a uma marca importante com a camisa alvinegra. Cem jogos pela Macaca, contando as duas passagens que tem pela Ponte.

“É um sentimento muito especial. Nos dias de hoje é difícil um atleta completar 100 jogos,  passei perto de completar no Santa Cruz e no Botafogo fiz mais. Me sinto honrado em completar 100 jogos aqui na Ponte. Sei do peso da camisa, da dificuldade de jogar aqui e para mim é um momento muito especial. Um número marcante na minha carreira e vou levar para sempre, carregar comigo e quero aumentar ainda mais esses números”, afirma o jogador, que é cria da base pontepretana.

“Meu sentimento é um pouco diferente. Fui criado aqui, morei embaixo da arquibancada, quis vir para a Ponte no ano passado e esse retorno está sendo muito especial. Na outra vez que aqui estive eu não jogava muito, e esse retorno está sendo especial. O grupo é muito bacana, está sendo uma experiência excelente. Estar trabalhando com essa comissão, com jogadores mais novos, outros mais experiente e em uma cidade que gosto muito”, acrescenta.

Com a retomada das atividades, surge o questionamento se a Ponte conseguirá manter a boa sequência que teve nos últimos jogos (após estrear com derrota diante do Coritiba, conquistou três empates e quatro vitórias). “Estávamos muito embalados, em uma crescente muito boa e vai depender de nós, não ficarmos na zona de conforto. Em pensar em como nós acabamos antes da parada e está tudo embolado. Estão todos bem próximos e uma derrota descemos bastante. Não podemos deixar instalar aqui o corpo mole e achar que está tudo certo. É o momento de não baixarmos a guarda, porque vamos virar alvos. Pés no chão e mais trabalho ainda”, cobra Renan, que enfatiza.

“Nesse momento temos que trabalhar o máximo que pudermos. Todos os setores, o coletivo de uma maneira geral, ajustar os pontos positivos, pois temos feito muitos gols. Se continuarmos tomando gol, mas fazendo mais, é excelente, eu não vou ligar. Mas a defesa é um ponto sim a ser ajustado e esse período vai ajudar bastante”, complementa.

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