Jorginho prepara o time para a estréia em casa em ressalta: “Perdemos o primeiro jogo, mas foi apenas um: faltam 37 e vamos em busca do nosso objetivo, e é muito importante que nosso torcedor nos apoie e mostre sua força no Majestoso”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A Ponte voltou hoje de Curitiba e treina na tarde do feriado de Dia do Trabalho com foco exclusivo na reabilitação em casa, onde enfrenta o Criciúma na noite desta quinta (2). O técnico Jorginho ressalta que a força da torcida é fundamental para incentivar o elenco a começar com o pé direito no Majestoso.

“Perdemos o jogo de estreia e não queríamos isso, mas foi apenas um jogo,temos muita coisa pela frente, faltam 37 e vamos  em busca do nosso objetivo. É muito importante nosso torcedor entender que a série B é muito difícil e muda muito rápido, precisamos do apoio dele.  Vai ser pedreira o tempo todo e nas partidas em casa precisamos mostrar a força da nossa torcida, é preciso que o torcedor abrace o time para caminharmos juntos”, diz  treinador.

Ele avalia a derrota para o Coritiba: “No primeiro tempo fomos bem até os 20 minutos, até o lance fatídico do pênalti. A partir dali o Coritiba, no primeiro tempo, teve supremacia e podia até ampliar o placar. Já no segundo tivemos muitas oportunidades, mas infelizmente não fomos tão eficientes como deveríamos ser. A nossa equipe é aquela que  vimos no segundo tempo em termos de entrega , de vontade, de disciplina. Precisamos trabalhar para que ela seja sempre daquele jeito e com mais eficiência para marcar os gols”, afirma.

O treinador reforça que a etapa inicial da Macaca foi complicada e é preciso trabalhar para que isso não se repita. “Erramos muito por dentro, estava difícil quebrar as linhas, eles estavam muito bem fechados e saindo em contrataque , tomamos muitos.  Foram erros demasiados da nossa equipe principalmente na parte defensiva, que é nosso forte, mas ontem deu tudo errado no primeiro tempo. E é preciso reconhecer e dar os parabéns ao técnico Humberto Louzer , a equipe dele foi muito competitiva , em especial com o Rodrigão.”

Jorginho faz uma única ressalva, em relação à arbitragem. “A arbitragem é composta por seres humanos como nós e seres humanos erram, mas registro que houve  dois pesos e duas medidas. Eu era um defensor e sou contra essa regra de manter os braços para trás, mas se ela existe deve ser aplicada para os dois times, e o pênalti não dado para a Ponte ocorreu na mesma situação da bola bater no braço do atleta adversário”.

Sobre o pênalti que Thalles não converteu, o treinador pondera. “Thalles é um jogador d e personalidade e acredita no potencial dele, por isso pediu para bater e a confiança nessa hora é importante. Perder pênalti acontece, mas temos que conversar com ele, com muita calma, até mesmo para protegê-lo neste momento”, acredita.

Ele finaliza dizendo que, ainda que o time tenha saído derrotado, viu algumas questões positivas no jogo. “Apesar da derrota tem pontos importantes: o Matheus Vargas foi muito bem, só saiu no segundo tempo porque, como estava voltando de lesão sentiu muito, por isso trocamos. O Abner muito eficiente, agudo, jogando bem no um pra um. E também promovemos a estréia do Facundo, que é um jogador de grande potencial físico e que tem condições de finalizar bem”, conclui.

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