Dependendo só de si mesma, Ponte treina firme e Juninho, que comandou vitória sobre o Juventude, destaca: temos que ter iniciativa e inteligência contra o Coritiba

Foto:PontePress/LuizGuilhermeMartins

A Ponte Preta treinou na manhã deste domingo (11) e faz na tarde de segunda-feira a última atividade antes de enfrentar o Coritiba, na noite de terça-feira no Majestoso. O foto da Comissão Técnica e dos atletas não poderia ser outro: vencer a equipe paranaense, afinal, após a os resultados da rodada, a Macaca depende apenas de si mesma para subir à série A  O time do técnico Gilson Kleina está com 56 pontos, a apenas um do G4.

Se vencer o Coritiba irá para 59 e poderá já entrar no G4 caso Goiás e Avaí tropecem – e mesmo se o segundo colocado, o CSA, perca, desde que a Macaca aumente em dois seu saldo de gols. Caso isso não ocorra, desde que vença a Ponte ainda poderá consolidar a vaga no confronto direto com o Avaí na rodada final, no sábado 24 de novembro na casa adversária. A chance, como se vê, é real, mas a tarefa ainda é difícil . O site Infobola, que há algumas rodadas dava pouco mais de 1% de chance para a alvinegra subir, agora crava 44%, mas a Ponte não quer se fiar em números e sim, como tem feito na sequência invicta de seis vitórias e um empate, no trabalho jogo a jogo.

“Não podemos nos empolgar. Os jogadores estão conscientes sobre isso e é jogo a jogo. Não adianta querer entrar em oba-oba. O Coritiba não almeja nada no campeonato e por isso jogará tranquilo contra nós. Teremos que tomar a iniciativa e com inteligência”,ressalta o auxiliar técnico Juninho, que comandou a vitória da Macaca por 1 a 0 contra o Juventude, rechaçando qualquer tipo de soberba e clima de festa.

Para ele, tem que prevalecer o mesmo comprometimento tático dos atletas e entrega da última partida.  “Na sexta sabíamos que o Juventude, como jogava em casa, viria para cima. Isso é normal. À medida que o tempo passasse iríamos entrar no jogo e não podíamos nos desorganizar. No primeiro tempo eles tiveram volume de jogo, mas não tiveram chance clara. E nos tivemos chegadas com Tiago Real e Lucas Mineiro de cabeça”, comenta o auxiliar, que prossegue na análise.

“No segundo tempo conversamos e achamos importante termos jogadores dentro da área, porque temos laterais e dois atletas de beiradas rápidos, e pensamos em colocar um jogador dentro da área. O Roberto é uma arma nossa para segundo tempo, tem muita velocidade, força e toda vez que entra vai bem. Já estávamos guardando ele para o tempo final, até porque era dúvida ao longo da semana. Mas sabíamos que pelo menos 30 minutos ele iria aguentar. Graças a Deus foi iluminado e fez o gol da vitória”,  destaca.

Ele faz questão de destacar ainda a importância do treinamento anterior à partida, que foi feito em pouco tempo em virtude do intervalo mínimo dos jogos, algo que ocorrerá mais uma vez agora.  “A estratégia que o Gilson montou durante os treinamentos, mesmo com pouco tempo, foi mais na base de chegar bem posicionado, organizado, porque, assim como nós precisávamos da vitória, o Juventude estava jogando em casa e tinha que sair para cima de nós. Tínhamos que estar organizados no contra-ataque. Tanto que no final da partida eles vieram para cima e nos tivemos mais chances. A organização foi o principal tema que o Gilson pregou aos jogadores”, conclui.

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