Com 13 pontos em 15 disputados desde assumiu o comando, Kleina valoriza mais uma vitória da Ponte e mantém acesa a esperança do acesso à Série A

Foto:PontePress/FábioLeoni

Após a vitória diante do São Bento, pelo placar de 2 a 1, o técnico Gilson Kleina avalia o desempenho dos comandados e valoriza o espírito dos atletas. “O placar foi justo. No maior somatório dos tempos a Ponte teve o controle do jogo. Claro que titubeamos em alguns momentos e em uma dessas foi o desgaste no final. Hoje é como se vivêssemos uma Copa do Mundo, aquele sentimento de que se perdeu vai embora. Então entendo o sentimento da consciência dos atletas em tentar segurar e ali vai muita alma, coração, e não posso deixar de enaltecer essa entrega e essa vontade de sair com o resultado”, afirma o treinador.

Questionado o que mudou no time com a chegada dele – desde que Kleina assumiu o comando, o time conquistou quatro vitórias e um empate (contra o líder  Fortaleza na casa adversária) – o comandanteressalta: “A mudança foi de atitude. Pegamos um vestiário com baixa estima e falei a eles que não é assim que nós trabalhamos, disse que quero um vestiário forte, com comprometimento de todos, porque assim vamos conseguir reagir. Nós estamos muito felizes em fazer uma arrancada dessas e ainda estamos vivos na competição. Temos que viver um jogo de cada vez. Enquanto fizermos uma decisão de 90 minutos no próximo jogo é o que vai nos dar condição de continuar em um objetivo maior. Esse é o trabalho que estamos fazendo.”

Kleina também conta algumas alterações táticas realizadas para a evolução da equipe desde que retornou (já são 13 pontos conquistado em 15 disputados). “Um trabalho árduo e intenso de conhecer os jogadores, em que treina, joga e viaja. Oportunizando jogadores, mudando sistema e entendendo que a entrada do Lucas Mineiro me equilibrou o time. Quando chegamos e observamos, o time era muito jogado pelo Igor e no lado do André, e pouco pelo lado esquerdo. Conseguimos equilibrar com o Danilo, Lucas e Junior Santos. E diante do São Bento era Ruan, Tiago Real e André Luís com movimentação. Acho que isso nos deu a força, e uma criatividade maior. E tivemos maturidade para fazer o gol”, diz o técnico, que tem como próximo compromisso o BOA Esporte e quer a Macaca mobilizada.

“Já estamos focados no BOA. Lembro que em 2011 nós precisávamos vencer o BOA para subirmos e perdemos para eles em casa, daí tivemos que fazer o jogo da vida contra o ABC, e empatamos com o Náutico fora. Então temos que respeitar todas as equipes, mas com esse espírito, com essa identidade. Respeitamos quem vier aqui dentro, mas dentro dos nossos domínios temos que só pensar em vencer”, ressalta o comandante, que completa: “Se conseguirmos fazer a vitória de terça-feira, com o Majestoso lotado, nós poderemos ficar a um ponto. É a grande esperança. Se isso acontecer a Ponte Preta entra no retrovisor.”

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