Ponte treina nessa sábado (29) e Roberto reforça que equipe está focada no trabalho, para retomar bons resultados

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

O elenco da Ponte Preta segue em preparação para o jogo da próxima sexta-feira (5), contra o CRB e treina nesse sábado (29). Com uma sequência de resultados ruins na Série B do Brasileiro, a equipe sabe que tem que extrair ainda mais forças, para se recuperar na competição. Consciente disso, o atacante Roberto enfatiza o foco dos atletas, para sair da má fase.

“Temos dez dias para trabalhar e eu falo para rapaziada: se trabalhando diariamente está difícil, imagina se nós abandonarmos. Temos que vir para cá e matar um leão por dia. Infelizmente não conseguimos a vitória no confronto passado. Sabíamos da importância, até porque fizemos um grande jogo contra o Goiás, fora de casa e dentro de casa, mais uma vez lutamos, mas não conseguimos a vitória. Agora é trabalhar para buscar contra o CRB”, afirma Roberto, que comenta sobre a saída de Marcelo Chamusca, do comando técnico da Macaca.

“É difícil. Nosso calendário é um pouco complicado, com poucos dias de trabalho, onde mais se joga do que treina. O Chamusca é um grande treinador, por onde passou fez grandes trabalhos. É um grande profissional, mas nos pegou em um calendário complicado. Acabou atropelando o processo e infelizmente futebol brasileiro é resultado. Como não veio, acaba sendo trocada a comissão”, explica o atacante, que acrescenta.

“Quem vier, que venha para nos ajudar, para passar uma palavra de incentivo e acordar a galera. Precisamos de toda a ajuda. Nós jogadores temos que ter consciência que precisamos fazer algo a mais. Se nós não buscarmos dentro de nós essa superação, vai ficar mais difícil. Mas ainda dá tempo, tem jogos pela frente e vamos nos preparar. O próximo jogo é guerra e não podemos perder mais pontos dentro de casa”, ressalta.

Roberto destaca o quanto tem se dedicado, para ajudar a equipe, após passar em período de recuperação de contusão. “Tentei me condicionar fisicamente o máximo possível. É lógico que ainda falta, porque é ritmo de jogo e isso só adquiri em jogos. Por mais que treinemos fortes, é o ritmo de jogo que condiciona. Ainda não estou no ideal, mas tanto eu, como meus companheiros, temos que buscar um algo a mais, principalmente nessa condição que estamos. O momento é de superação de todos, para tentar achar um equilíbrio e voltar a vencer o mais rápido possível”, enfatiza.

O atacante lamenta o fato de a equipe não conseguir uma sequência de bons resultados, pois vê um elenco trabalhador. “É um grupo jovem, que quer conquistar, que briga e é inexplicável. Fizemos um grande jogo contra o Goiás, na casa deles, com imposição, força e chega em casa as coisas não andam. Estamos procurando melhorar e espero que haja uma evolução”, comenta o atleta, que finaliza.

“Nós jogadores somos os maiores culpados. Somos nós que entramos dentro de campo, que trabalha e temos conversado para sair dessa situação. Todos tem uma parcela de contribuição. Não podemos nos esconder, nem transferir responsabilidades. Mas estamos cientes da situação que estamos e buscamos melhorar. Enquanto tem chances, estaremos brigando. Sei que é difícil, mas vamos lutar e acho que agora o pensamento é a cada jogo, para vencer o máximo possível”.

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