Chamusca foca no Goiás e enfatiza: “Estamos exatamente na metade da tabela e enquanto houver possibilidade vamos lutar para melhorar e pelo acesso”

Foto:PontePress

A Ponte Preta teve 19 finalizações na partida de ontem contra o Oeste, em Barueri, mas não conseguiu converter em gols. Com o resultado, a Macaca ficou a sete pontos do G4 e, ao mesmo tempo, está sete acima do Z4. “Estamos no meio do caminho, o copo está pela metade. Sempre penso matematicamente  e enquanto houver possibilidade continuaremos tentando chegar aos quatro primeiros. Muitos que estavam na frente perderam em casa nesta rodada, a competição é equilibrada e não dá pra nesse momento pra já descartar a possibilidade de acesso. Temos é que focar no próximo adversário e voltar a vencer, porque a ausência de vitórias está minando emocionalmente os jogadores”, diz o técnico Marcelo Chamusca.

O treinador enfatiza que é preciso seguir pensando a cada jogo para vencer. “Ontem acho que melhoramos na performance, mas mais uma vez empatamos, um resultado ruim que não nos tirou de onde estávamos na tabela.  Ou seja, evoluímos, mas uma evolução não-satisfatória para sairmos com os três pontos”, pontua. QAuestionado pela imprensa em relação À falta de efetividade do ataque ou o fato de não haver um meio campo firmado, o técnico diz que é preciso pensar no todo do time.

“Está  além do meio campo, se pegarmos números, estatísticas e analisarmos jogo a jogo veremos que temos problemas tanto na fase defensiva como principalmente na ofensiva, onde temos criado, mas não finalizado. O momento tem influenciado muito a questão emocional para finalizar melhor. Finalizamos 19 finalizações e tivemos pouca efetividade, então os problemas vão além da organização do meio campo”, diz Chamusca, que complementa:

“O Victor fez um primeiro tempo aquém, principalmente em receber bolas em que estava de costas, poderia ter  deveria ter tido mais ambição para finalizar. Mas no segundo tempo segurou melhor, até em virtude das mudanças que fizemos. Precisamos continuar pensando jogo a jogo e tentar levantar a moral dos atletas. São eles e nós da comissão técnica que vamos trabalhar pra melhorar.”

O treinador fala ainda mais sobre as finalizações. “Produzimos um alto número delas, mas  sem êxito. Só tem uma forma, é passar confiança pros jogadores, trabalhar com os atacantes porque é com eles que precisamos evoluir e crescer, não é hora de individualizar nem ficar lembrando números negativos”, pontua.

Em relação às saídas de bola da equipe, muitas vezes por meio de ligação direta, Chamusca explica. “Não era para ter sido assim, mas às vezes o atleta não quer arriscar e faz ligação direta.  No segundo tempo queimamos  menos etapas e controlamos melhor o jogo. Nosso trabalho é repetir, cobrar, mostrar as imagens pra que possamos sair melhor mesmo quando adversário nos pressiona”, diz, e conclui: “Existe um desgaste físico e emocional, mas precisamos superar isso e passar pelo Goiás,”

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS