Ponte faz BO e entra representação formal contra dirigente do Guarani no MP e STJD, por incitação à violência, e na CBF contra árbitro do dérbi

A Ponte Preta fez Boletim de Ocorrência contra um dirigente do Guarani por incitação à violência durante o dérbi, bem como entra nesta segunda-feira junto ao Ministério Público e ao STJD com uma representação formal contra o cartola adversário mostrou placa com dizeres provocativos dentro do campo após o empate sem gols no clássico.

“ A atitude é de incitação à violência e completo desrespeito ao profissionalismo criado na organização do dérbi 192. O Ministério Público inclusive prega o tempo todo que os dirigentes precisam dar exemplo e não podem agir desta forma bizarra e ofensiva à torcida adversária”, pontua o diretor jurídico da Macaca, Giuliano Guerreiro.

Ele ressalta que a Ponte Preta fez de tudo ontem na organização do evento para evitar qualquer tipo de atitude violenta ou impensada da torcida, algo que já rendeu punições à Macaca neste ano. “Tivemos mais de 300 pessoas envolvidas trabalhando, entre monitores , seguranças e em toda a operação, tudo foi organizado com muito cuidado para que o espetáculo se resumisse ao campo, em um clima saudável e de desportividade, e no final quem deveria dar exemplo age como uma pessoa irresponsável e incita a violência. Isso é lamentável e deve ser punido”, diz,

A Ponte Preta tambén irá apresentar na manhã de segunda-feira uma representação formal contra o árbitro Grazianni Maciel Rocha  , que apitou o dérbi deste sábado (26). “A Ponte foi prejudicada em lances capitais por erros da arbitragem. Foram dois pênaltis flagrados pela televisão e em um deles, inclusivem o juiz foi alertado pelo auxiliar de que a penalidade ocorreu e chamou a responsabilidade de não marcar, equivocadamente, para ele”, pontua Guerreiro.

As penalidades ocorreram no segundo tempo, uma delas em uma falta clara dentro da área sobre André Luís e outra após cobrança de escanteio, quando atleta do Guarani desviou a trajetória da bola com o braço. Além disso, o árbitro também deveria ter expulsado um atleta do adversário que já tinha cartão amarelo e, em outras duas ocasiões, por falta dura  e ter colocado a mão na bola, teria de ter recebido o segundo e o vermelho, mas o árbitro contemporizou.

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