Gerente de futebol Marcelo Barbarotti faz alerta sobre a arbitragem e pede por neutralidade no dérbi 192

 

Foto:PontePress

Um dos lances discutíveis diante do Londrina, nesta terça-feira (21), foi a marcação de pênalti dada pelo árbitro goiano Elmo Alves Rezende Freitas para equipe paranaense. Na jogada, o atacante adversário Dagoberto chuta em direção a Bruno Ramires, a bola desvia na perna do volante e toca no cotovelo do pontepretano. O juiz assinalou penal, contrariando orientação que diz que não é considerada intenção do atleta em colocar mão na bola em jogadas desse tipo. O fato é que a Ponte foi prejudicada com a marcação do juiz e o gerente de futebol da Macaca, Marcelo Barabarotti reclama, não apenas sobre o fato, mas também de situações que a equipe campineira tem sofrido em relação a arbitragem.

“Foi a 22ª rodada e a Ponte Preta não teve um pênalti marcado até agora no campeonato a favor. Fizemos uma média, antes dessa rodada, e a cada quatro jogos sai um pênalti. A Ponte jogou 22 partidas e não teve nenhum marcado. E diante do Londrina houve esse lance que inclusive todos da imprensa falam que não foi pênalti, pois a bola resvalou antes na perna, logo não tinha como o atleta da Ponte Preta ter feito intencionalmente a infração. No final do jogo teve um lance com o Nicolas em que ele não relou no jogador do Londrina, mas o juiz deu falta e ainda amarelo pro nosso jogador. O juiz deu amarelo também para o André Luís, sendo que o atacante sofreu uma série de faltas, ou seja, o árbitro deu cartões para quem sofreu as faltas”, afirma.

Barbarotti enfatiiza que não está justificando o resultado e sim fazendo um alerta. “Temos que assumir que o jogo da Ponte foi muito abaixo. Nós não merecíamos muita coisa, só que ter mais uma peça dentro do campo jogando contra fica difícil. Achamos que a reclamação tem sentido. Durante todo esse tempo, ninguém da Ponte se manifestou oficialmente e venho falar porque temos um jogo que vale muito para nós. O dérbi tem um peso absurdo e não estou aqui para jogar pressão na arbitragem, mas sim pedir ao árbitro integridade, neutralidade, porque é muita coisa envolvida. A Ponte Preta é muito grande para ficar patinando no campeonato. Problemas internos nossos serão resolvidos. Vamos cobrar nossos atletas, porque eles merecem ouvir. Até porque a atuação no dérbi terá que ser compensatória, em relação ao que foi contra o Londrina. Fica o registro sobre a arbitragem, do que foi nesta partida e em outras que ficaram para trás”, enfatiza.

O gerente reforça sobre erros anteriores, e quer qualidade por parte da arbitragem no que virá pela frente. “O lance do Avaí foi outro. No final da partida, onde ganharíamos o jogo e somaríamos três pontos. É uma série de lances, muitas vezes pequenos. Se olhar o lance do jogo contra o Londrina, ele não ia dar o pênalti, aí a torcida manifestou e ele apitou. Ele esperou alguns segundos. Quer dizer: ele apitou pelo barulho. Olha o tamanho da situação que estamos falando. Não estou condenando ninguém, mas vamos olhar. A imprensa é testemunha do que houve. A minha preocupação maior é a sequência do campeonato. O que passou não temos mais o que fazer. Mas para a sequência da competição vamos exigir, nos manifestar em relação à CBF, e cobrar, porque não vamos mais aceitar esse tipo de situação”, destaca.

O gerente finaliza comentando sobre o time estar com força máxima em todas as partidas e quer time comprometido no sábado (25). “Não tem como poupar. Os três pontos diante do Londrina são os mesmo três pontos contra o Guarani. Nem passou pela nossa cabeça. Sabemos do peso do dérbi, só que os três pontos no final são iguais. Fomos ao Paraná com força máxima, pensando em somar pontos, mas foi muito ruim o resultado e o jogo. Agora é voltar todas as forças para o dérbi: a realidade é essa e teremos uma guerra no fim de semana.”

Notícias Recentes

NOTA DE ESCLARECIMENTO: IVAN

A Ponte Preta informa que, diferentemente do que foi divulgado pelo site Futebol Interior, a Ponte Preta possuí 100% dos direitos econômicos do goleiro Ivan e nem poderia ser diferente, uma vez que a FIFA não permite a transmissão

Leia mais »

REDES SOCIAIS