Com apenas três jogos ainda disputados com a camisa da Ponte, Hyuri se destaca na Ponte e mostra confiança em evolução da Macaca na Série B

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

 

O atacante Hyuri, mesmo com pouco tempo de clube, já parece ter se adaptado à Macaca. O jogador que entrou diante do Avaí, e conquistou a titularidade nos dois jogos seguintes com a Ponte, mostra que a contratação do atleta foi acertada e, com as chances dadas pelo técnico João Brigatti, a crescente junto ao grupo deve continuar.

“Essa confiança que o João está me dando, perante ao grupo, não tem preço que pague. Foi algo que não tive no Atlético esse ano, nem no Ceará. Mas eu não culpo os comandantes de maneira alguma, eu exalto o João. Ele que vem me dando a oportunidade de ter uma sequência e sinceramente eu acho que não tenho outra resposta a dar, que não seja colocar tudo para fora e ajudar a equipe. Na terça estava exausto, morto, mas tive que ficar até o final por conta das substituições. E acho que tem que ser daí para mais. O algo a mais que o jogador der, fará conseguirmos o acesso no final”, conta o jogador.

A respeito do último duelo, contra o Criciúma, Hyuri lamentou não ter balançado as redes, mas foi responsável por assistência e valoriza o jogo coletivo. “Tivemos chances de fazer mais gols. É bom para a confiança do grupo, quando se ganha uma partida de 4 a 0. É óbvio que não é todas as vezes que acontece essa situação de ter oportunidades, mas me cobrei na partida porque tive chances de finalizar, peguei três rebotes na entrada da área, mas o importante foi que o time colocou um volume dentro de campo que abateu o Criciúma. Nós vimos que o adversário não tinha como buscar o resultado e essa que tem que ser a mentalidade”, comenta o atacante, que fala mais sobre a condição de ter dado assistências para gols nos dois últimos jogos.

“É uma situação nova. Não me recordo a última vez que eu fui tão participativo nas assistências, como aconteceu em Belém e diante do Criciúma. Vou aproveitar esse momento, isso deve à confiança dos companheiros em dar a bola para mim também. Não estamos sendo fominhas e buscamos os companheiros, porque sabemos que tem capacidades de fazerem gols. Temos que aproveitar, e cada um tem o seu momento no campeonato”, ressalta o jogador, que analisa a postura a ser buscada pela equipe na competição.

“Temos um retrospecto como mandante muito bom, o melhor da Série B e esse é o caminho mais difícil, para poder chegar na Série A: ter um saldo positivo fora de casa. E isso nós já temos fora e temos que buscar em casa. Com o apoio da torcida, do nosso lado, mesmo após ter tido cobrança no empate do Criciúma, o que é normal, precisamos manter essa força aqui em Campinas e agora que entramos no G4 não queremos sair mais”, ressalta Hyuri, que mesmo sendo recém-chegado, foi abraçado pelo grupo e se sente tão à vontade, a ponto de explanar ao grupo de atletas antes dos jogos, de forma a entrarem ainda mais motivados e focados no jogo.

 “Eu não tenho essa característica de falar. Nunca fui capitão, nem carrego essa imagem de líder. Mas senti que no momento eu precisava falar e toquei no assunto, em relação se estivéssemos ganhando o jogo, em não deixar passar os pontos como aconteceu contra o Avaí. Estávamos ganhando até o fim do segundo tempo e concedemos um pênalti e o empate. Poderíamos ter saído com mais dois pontos na classificação, que agora fariam uma diferença enorme. Só coloquei minha ideia, minha opinião, porque acho que tínhamos que alertar esse foco na equipe, para não entregarmos o resultado no final do jogo. Acho que qualquer outro jogador também pode ter esse sentimento, e talvez não fala sempre. Mas no momento que acha proveitoso, acho legal colocar para fora”, completa.

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