Ponte treina em Belém e Brigatti lamenta empate no final contra o Avaí, mas prega confiança e promete equipe forte contra o Paysandu nesta terça (7)

Foto:PontePress/LuizGuilhermeMartins

O técnico interino João Brigatti comanda nesta tarde treino da Ponte preta em Belém-BA, no estádio Curuzu, com foco total em reencontrar a vitória amanhã contra o Paysandu. Para o comandante, no empate contra o Avaí no sábado (4) a equipe foi muito aquém no primeiro tempo, mas fez um bom jogo na segunda etapa e, apesar de lamentar o empate no final, o treinador quer o time focado para buscar um melhor resultado na terça-feira (7).

“O Avaí deixou de ganhar o jogo no primeiro tempo, se fosse para eu fazer troca na etapa inicial teria alterado meio time:  a intranquilidade gerou erros de passe na equipe e poderíamos ter pagado caro. Conversei com eles no intervalo, tentei acalmá-los e mostrei para eles que futebol é uma coisa muito séria e simples. Tem que jogar, ter personalidade de por a bola no chão, passar para o companheiro e receber de volta, e isso sim é jogo de futebol”, enfatiza Brigatti, que prossegue na análise.

“Voltamos melhor no segundo tempo, criamos algumas situações, foi uma equipe valente e isso que esperávamos desde o início. Poderíamos ter saído com o resultado positivo, até porque viramos o placar e infelizmente teve o pênalti no final. Mas não saímos com sabor de derrota. Vamos tocar em frente. Amanhã nós temos mais uma batalha contra o Paysandu e vamos recuperar para buscar pontos lá.”.

O técnico busca agora a melhor formação para o duelo desta terça e não descarta mudanças. “Ainda vamos pensar qual a melhor escalação. Temos que entrar com uma equipe forte, porque o Paysandu é um time difícil  na casa dele”, comenta Brigatti, que enaltece o sentimento de confiança em conquistar o objetivo do clube na competição.

“O torcedor da Ponte Preta sempre acredita. Não podemos jogar a toalha. Nosso objetivo é o acesso e vamos em busca dele. Logicamente que o que ocorreu no primeiro turno, principalmente o início, e com as oscilações que tivemos frente ao Boa e ao Juventude, não pode acontecer de novo. Temos de ser uma equipe diferente no segundo turno para ter chances de subir”, completa.

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