Lateral Nicolas é apresentado, ressalta alegria em vestir camisa da Ponte e destaca apoio da família, além de garra como atleta, para chegar à Macaca

 

Fotos: PontePress

O primeiro turno do Campeonato Brasileiro Série B chega ao fim para a Ponte, neste sábado (4), quando a Macaca enfrenta o Avaí, e a diretoria alvinegra segue fortalecendo o time para a segunda parte da competição. O lateral-esquerdo Nicolas, de 21 anos, foi apresentado e mostra confiança em fazer um bom papel com a nova camisa e de querer fazer história no clube.
 
"Acompanho a Ponte Preta e é a grande oportunidade da minha vida. Estou muito feliz. Quando meu empresário falou sobre o clube eu disse que toparia na hora. Um grande clube, com uma torcida gigante, apaixonada, que sempre apoia. Posso dizer, porque vim aqui e joguei contra. É difícil enfrentar a Ponte, dentro desses estádio e com a torcida do lado. Feliz em poder brigar pela vaga de lateral .Respeito todos os laterais que estão aqui, mas se precisar estou pronto para ajudar e dar alegria a essa torcida que merece. E claro, com o objetivo de retornar ao lugar que nunca deveria ter saído, que é a Série A", enaltece o jogador, que fala sobre as características que tem como atleta.
 
 
 

"Eu comecei como meia, atuei volante, atacante e depois lateral. Estou bem acostumado em alternar posições. Mas lateral é uma posição que eu me dei super bem, com o Petkovic, no sub-18 do Atlético Paranaense. No início eu não gostava, porque acho que nenhum meia deseja ir para a lateral, mas aos poucos me adaptei na posição. Vim para ajudar e vou dar meu melhor. Esse é meu foco aqui", conta Nicolas.

 
O lateral acrescenta e mostra perseverança."Os treinamentos que fazemos no dia a dia, por mais que não seja utilizado, uma coisa que meu pai e minha mãe sempre fala comigo é: "nunca deixe de trabalhar". Então independentemente da situação eu sempre me dediquei. Isso me ajudou muito e me dar uma condição física boa. Sou um lateral de força, que gosta de apoiar bastante e também de marcar. O simples que um lateral precisa fazer", comenta o defensor, que reforça.
 
"Os treinamentos, enquanto ninguém estava me olhando em Curitiba, foram muito importantes. As pessoas ao meu redor que me apoiavam e não me deixaram desistir, me fez sempre querer mais", afirma Nicolas, que revela o quanto o papel da família foi importante para que ele pudesse se firmar como atleta profissional.
 
"Logo quando cheguei no Atlético, aos 14 anos, fiquei três meses bem abatido, por ter saído de casa e ficar longe dos meus pais. Foi uma época que eu ligava para meu pai e minha mãe e falava que queria ir embora, por toda dificuldade que jogador passa, de estar sozinho e não conhecer ninguém. Eles foram muito importantes para mim, na minha insistência em ser jogador. Meu pai é caminhoneiro há muitos anos e minha mãe diarista. São duas pessoas que são exemplos na minha vida e não tem como tirar o exemplo deles de mim. Quero fazer o melhor, para vê-los felizes, sabendo que eles fizeram um filho, que é muito mais do que eles sonhavam. Meus pais e minha família são tudo para mim. .Eu sempre luto por eles", completa.

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