Com estréia provável em agosto, Victor Rangel promete empenho: “Sou um camisa 9, gosto de jogar centralizado, procurar espaços vazios e estar finalizando o tempo todo”

Foto:PontePress/LuizGuilhermeMartins

Repatriado do México pela Ponte Preta, o atacante Victor Rangel está muito feliz de estar de volta ao Brasil e de vestir a camisa da Ponte Preta. Sem atuar em jogos oficiais há cerca de dois meses, o atleta está em boa forma, mas o departamento de fisiologia e preparação física da Macaca que deixá-lo melhor antes da estréia que, segundo o técnico interino João Brigatti, deverá ocorrer no primeiro jogo do returno, ou seja, depois da partida deste sábado contra o Coritiba e da seguinte, última do turno inicial, contra o Avaí.

“Eles vão me dizer o melhor momento para a estréia, o que posso dizer é que estou me preparando da melhor forma possível. Fui muito bem recebido e o Marketing da Ponte me mostrou muito da história do time: saber da grandeza do clube que defenderei as cores é uma motivação extra, farei o máximo para corresponder expectativa. Sou um camisa 9, gosto de jogar centralizado, de movimentação para  aparecer para os companheiros, procurar espaços vazios e estar finalizando o tempo todo, que é primordial para o centroavante”, se autodefine o atleta.

Rangel conta que o futebol mexicano, no qual estava jogando antes de vir para Campinas, tem muito dinamismo. “É muito corrido, eles jogam muito rápido, de primeira, tudo muito dinâmico. Estar lá foi uma experiência legal, pude ver como é um campeonato deles e trago também mais esta experiência. Espero poder colocar em prática tudo o que aprendi tudo o que aprendi de bom”, pontua, dizendo que a decisão de sair da América do Norte e vir para Campinas foi tomada em conjunta com a família – o atleta tinha convites de outros times, como  o Paysandu.

“Falei com familiares, meu empresário e minha esposa, que estava grávida e eu não pude levar para o México, e decidi voltar para o Brasil. A opção pela Ponte ocorreu porque eu acompanhava os jogos lá fora, da série A e da série B, e o Danilo Barcelos também me falava do time. Fomos campeões juntos pelo América Mineiro, ele é um irmão que tenho no futebol, e é claro que quando aparece um convite a gente quer saber ainda mais. Mas da Ponte nem precisava perguntar, a gente sabe: é um clube de tradição, com torcida apaixonada.Não pensei duas vezes em aceitar e  estou muito feliz com a oportunidade”, conta.

O jogador entende que a disputa com outros jogadores pela camisa 9 é saudável e acima de tudo espera ajudar a colocar a bola para dentro. “Vi alguns jogos e alguns companheiros também me falaram que a Ponte tem criado muita chance de gol, mas precisa finalizar mais e quero ajudar nisso. Acho que as derrotas seguidas são fato isolado, estou certo que a equipe vai reagir, a gente precisa voltar a vencer para não descolar do G4.  É muita luta, trabalho e buscar um algo a mais pra colocar o time na primeira divisão”, acredita.

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