João Vitor acredita que equipe precisa de mais maturidade quando sai atrás no placar e irá aprender com os erros para retomar caminhada de vitórias

 

Foto:PontePress/LuizGuilhermeMartins

A Ponte Preta treina na tarde desta quinta (26) no Majestoso e o volante João Vitor acredita que os dois reveses seguidos da Macaca tem de servir como aprendizado para que o elenco retome os resultados positivos. “Às vezes um erro no começo faz com que mude tudo, então temos que ter mais maturidade para quando ocorrer o erro não nos precipitarmos como tem acontecido, aí atacamos de qualquer maneira, erramos bolas fáceis, não pode ser assim. . Temos que manter a tranquilidade para chegar com qualidade no gol adversário e não chegar por chegar, desorganizado e dando mais espaço pro adversário fazer o segundo gol, como aconteceu no jogo com o Boa ou mesmo no Juventude”, diz.

O jogador acredita que os resultados contra Boa e Juventude impactaram o elenco. “Com essas duas derrotas, o grupo vai assimilar isso e se acontecer de sair atrás de novo acredito vamos colocar em prática isso que falei, ter tranqüilidade e posse de bola, pra manter o futebol que tivemos nas três partidas seguidas que vencemos,  com garra e dedicação como tem que ser aqui na Ponte Preta. Tomamos gol cedo por falta de atenção e nos desorganizamos,  temos que  aprender com os erros e colocar o aprendizado  em prática para retomar a caminhada de vitórias”, afirma.

João Vitor também ressalta que a falha não deve ser colocada sobre um único atleta. “Aqui somos um grupo. Quando um erra, às vezes a torcida fica em cima daquela pessoa e isso pode minar a confiança da pessoa. O Léo, assim como todos aqui, é um grande profissional,  e errar é normal, eu também já errei. Temos que saber que alguém vai errar a qualquer momento, tentar evitar isso quando possível e e confiar no companheiro para dar a volta por cima, não deixar que caia a responsabilidade sobre uma pessoa: quando ganha, ganham todos, então quando perde também perdem todos.”

Neste sentido, acrescenta o volante, é preciso reconhecer que o time – até mesmo pela ansiedade em empatar destacada por ele – não estava bem nos últimos jogos. “Quando um erra e o time está bem, a gente vira o jogo e isso é apagado. Neste caso não. Por isso é preciso melhorar, até mesmo em chegando reforços, que sabemos que precisamos, maspor melhor que seja um jogador que vá chegar ele não vai moldar o time e sim acrescentar a colaboração dele. Então precisamos melhorar e esperar que quem chegar colabore e assimile o que é Ponte, porque aqui muitas vezes um carrinho vale mais do que um drible ou uma jogada bonita. Desde 2016 sei isso, somos mais valorizados muitas vezes pela garra do que por um futebol vistoso”, enfatiza.

Sobre o jogo contra o Coritiba – e o reencontro com Eduardo Baptista, treinador que praticamente lançou o volante na Ponte – João diz que espera uma partida bastante difícil. “Porém, bem melhor de jogar, porque eles também almejam subir e vão propor jogo. O Coritiba não é equipe que joga por uma bola e se fecha, como ocorreu com o Juventude, mas o Eduardo é um grande treinador e uma pessoa de muitas qualidades, sabe conduzir o grupo. O João Brigatti foi auxiliar dele e alguns aqui trabalharam com ele, sabem como ele age e da cobrança dos jogadores. Então vai ser difícil, mas espero que os ‘filhos’ do Eduardo aqui possam levar vantagem perante o ‘pai’ lá em Curitiba”, finaliza.

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