João Brigatti convoca torcedor pontepretano para apoiar o time neste domingo (11) e promete: “Vamos entrar em campo com outro sentimento, com garra e sangue nos olhos para reverter essa situação”

Foto:PontePress

O treinador interino João Brigatti comanda na manhã deste sábado o último treinamento da Macaca antes de enfrentar a Ferroviária na tarde de domingo, no Majestoso, quando a Ponte irá se despedir do Paulistão 2018. Sem chances de  classificação para a próxima etapa, o time alvinegro precisa de uma vitória ou empate para garantir na séria A1 de 2019. A única possibilidade de queda é a combinação de uma derrota pontepretana com uma goleada do Santo André sobre o Novorizontino, mas Brigatti não quer dar nenhuma chance para o azar.

 “É um jogo muito importante, muito difícil e precisamos do resultado. Acredito que podemos vencer com calma, com tranquilidade e o principal, com muita alegria. Estamos trabalhado para o elenco buscar essa alegria que a gente tinha perdido. Futebol é isso, a  razão do futebol é entrar com alegria e satisfação. Ontem mesmo, antes de treinarmos, tive uma conversa com eles para transmitir essa mensagem para eles e esperamos que a gente consiga reverter essa situação”, diz. 

Brigatti pede que a torcida compareça ao Majestoso amanhã. “A gente pede o apoio da torcida e a diretoria está passando esse apoio para os jogadores. É uma equipe jovem, mas qualificada. Talvez pela tensão e nervosismo, estão deixando de apresentar um bom futebol, por isso o suporte do  torcedor é fundamental. Quando você não obtém resultados positivos e há uma cobrança muito grande de imprensa e torcida, logicamente os jogadores mais jovens sentem mais. Precisamos passar tranquilidade a eles e  pedir o apoio de todos, principalmente da fanática torcida pontepretana: torcedor pontepretano, nos dê crédito e apoio, ajude a gente. Vamos entrar em campo com outro sentimento. Com garra e sangue nos olhos para reverter essa situação”, afirma. 

Ele finaliza falando do próprio perfil apaixonado, já conhecido do torcedor alvinegro.  “Sou torcedor da Ponte desde 77, mas hoje sou um profissional também. Eu nunca escondi essa vibração e desejo de ganhar pela Ponte, jamais deixei de omitir nada para o torcedor da Ponte. Eu venho aqui e falo o que sinto. É isso que eles gostam, que a gente venha aqui e dê a cara para bater. E eu faço isso de coração. Logicamente que como profissional a gente tem que ter discernimento para montar a equipe para fazer o resultado que eles esperam: só na loucura não adianta.” 

 

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