De volta a Macaca, zagueiro Renan quer usar a experiência adquirida longe do Majestoso para ser referência

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FabianaFantiniPontePress

Após ser revelado nas categorias de base da Macaca em 2008 e subir aotime principal no ano seguinte, o zagueiro Renan prosseguiu a carreira longe do Majestoso. Com passagem destacada pela equipe do Botafogo-RJ, o defensor  está de volta para ser uma referência para os mais jovens do elenco.

“Eu fui criado aqui. Na minha época a Base era ainda no Majestoso, morei aqui, então é um retorno muito especial. Desde que sai daqui, sempre acompanhei a Ponte, sempre torcendo. E agora nesse retorno, acredito que não estou vindo para cá a toa: acredito que tem algo muito bom a frente, pra mim e pra Macaca. É muito especial fazer parte desse recomeço tanto pra mim quanto pro time”.

O zagueiro acredita que volta mais experiente para superar as dificuldades que a equipe irá enfrentar em 2018. “Realmente não saí daqui por cima, sendo vendido, fazendo bons campeonatos. Mas conquistei o meu espaço, aos poucos, e mostrei o meu valor. E isso que me trouxe de volta para cá. Eu acho que tenho uma responsabilidade a mais, apesar da minha primeira passagem de ser um garoto, acredito que agora estou mais maduro experiente e preparado, tem tudo para dar certo,estou muito motivado e quero muito isso”.

Renan é otimista frente aos objetivos da equipe para a temporada e fala em ser referência aos mais jovens que estão subindo da base. “Nós temos um desafio muito grande esse ano. Vou falar mais do Campeonato Paulista, porque se a gente ficar pensando em acesso e a gente não jogar bem, nem chegamos a disputar a Série B. Vejo um elenco com muita qualidade. Apesar de estarmos no começo ainda, vejo todo mundo querendo jogar e vencer", conta.

Ele fala ainda sobre o empenho do elenco e, em especial, dos meninos advindos da Base. "São jogadores novos e comprometidos. Isso ao longo do campeonato irá fazer a diferença. Tem muita coisa para ajustar ainda, é um começo de um trabalho, mas tenho certeza que será um grande ano para todo mundo. Os clubes estão investindo muito na base e aqui não é diferente. Os mais novos devem ver os mais experientes como referência. Estar aberto a ouvir, experiência é tudo. Quem é mais velho de fato tem que ajudar os mais novos. Vamos orientar o máximo possível. O que eu puder ajudar dentro e fora de campo vou ajudar. A carreira é muito curta, quanto menos erro tiver, melhor a carreira pode ser”, finaliza. 

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