Ponte enfrenta o Vasco, em São Januário/RJ, na última partida da temporada e Eduardo Baptista fala sobre o que deu errado este ano, e como melhorar para 2018

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A Ponte Preta faz neste domingo (3), às 17 horas, a última partida da temporada 2017. A Macaca enfrenta o Vasco, em São Januário, Rio de Janeiro, em jogo válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Sem chances de permanência na Série A, o técnico Eduardo Baptista diz que o time tem que ir a campo ao menos com dignidade e que a partida servirá para observações.

 

“Aconteceram alguns fatores que nos atrapalhou muito nessa reta final. Infelizmente queríamos chegar no Rio de Janeiro brigando opor uma permanência. Infelizmente não aconteceu do nosso jeito e temos que fazer esse jogo com dignidade, até para avaliarmos alguns atletas e fazer o ano que vem mais forte”, afirma o treinador, que fala sobre sua permanência para o ano que vem.

 

“Além do respaldo da direção, era um desejo meu continuar, quando eu vim para cá. Eu sabia do risco que estava correndo, mas uma das minhas exigências era que, se desse errado, eu pudesse reerguer junto com a Ponte Preta. Tive essa retaguarda do Sérgio Carnielli e do Vanderlei Pereira, para poder reconstruir e aprender com os erros. Temos que ver tudo que fizemos de errado, o que foi feito de bom e assim fazer um ano melhor em 2018”, conta o técnico.

 

Ainda sobre a reta final de Brasileiro, Eduardo Baptista vê que o time mostrou evolução contra o Corinthians, Grêmio, Coritiba, Atlético Paranaense e Fluminense, tendo nessa sequência, penas um jogo aquém, que foi contra o Bahia, onde o time estava com quatro desfalques. E em duas dessas partidas, em que a Ponte foi superada, teve atletas expulsos com 20 minutos de jogo. Fato que se repetiu na rodada passada.

 

“Contra o Vitória, pela nossa experiência, tínhamos um jogo ganho, um adversário entregue, mas com 20 minutos perdemos um jogador. Tínhamos convicção que não íamos cair, mas nem tudo está sob o seu controle e o pior aconteceu. Mas sou brasileiro, pontepretano e vou acreditar sempre, principalmente no que estamos fazendo. E quando não acontece, vamos corrigir”, pontua Baptista, que acrescenta.

 

 “Fico decepcionado porque trabalhamos, preparamos, vínhamos sofrendo com expulsão e tinha essa preocupação. Fizemos um trabalho com uma empresa de coach, para tentar minimizar isso, dar uma equilibrada no emocional. Trabalhamos bastante nos bastidores, mas infelizmente, foge da sua mão. Foram expulsões pontuais, quando a Ponte vivia o seu melhor momento. Mas são fatos para aprendermos e para montarmos a equipe para 2018, já pensando nisso”, acredita. O treinador acrescenta, dando uma projeção da próxima temporada.

 

“Ano que vem a Ponte perde em dinheiro. De R$ 40 milhões cai para R$ 9 milhões e temos que remontar. É importante falarmos em reconstrução. Antes de falar em título, temos que falar em acesso. É uma obrigação voltar. E logicamente se você voltar, significa que você fez um ano bom, então automaticamente está brigando por um título. Nós temos um Campeonato Paulista muito disputado. Esse ano vocês vão ver muitas modificações. É um ano um pouco diferente, mas vamos ter que reconstruir com orçamento menor”, revela o treinador, que finaliza.

 

“Eu, o Gustavo Bueno, a comissão técnica e a diretoria já começamos o trabalho e estamos indo a campo. Tudo para que possamos fazer um bom Paulista e conseguir o acesso no Brasileiro”. As opções para assistir o jogo são, pelo Premiere ou SporTV, além de ouvir no rádio (FM 99,1, AM 870 ou 1170) ou ainda pelas webradios Alberto César, Futebol Interior, Macacada Reunida ou PonteNews.  

 

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