Eleições pontepretanas deixam de ocorrer em virtude de imbroglio

Organizadas de maneira clara e democrática, e com chapa única em virtude da inscrição indeferida da segunda chapa (que não se formou por falta de requisitos estatutários), as eleições pontepretanas deixaram de ocorrer hoje (27) em virtude de um imbroglio envolvendo a mesa eleita exclusivamente para coordenar o pleito.

Escolhido pela maioria dos cerca de 30 presentes na abertura para coordenar os serviços, o conselheiro Miguel Di Ciurcio declarou suspenso o pleito em virtude de requerimento apresentado por um conselheiro que integrava a chapa que ele mesmo, Ciurcio, coordenava. 

Segundo o Estatuto, Ciurcio não poderia suspender a eleição porque o cargo lhe dava poderes apenas para coordenar o pleito. Com isso, a Ponte Preta irá tomar as medidas necessárias para garantir a  realização da eleição.

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