Eduardo Baptista enfatiza: “Não adianta fazer previsão de pontos, temos que ir para Curitiba e ganhar”

Foto:PontePress/FábioLeoni

Mesmo com maior volume de jogo, a Ponte não conseguiu reverter o placar na noite de ontem (8) e a derrota  por 1 a 0 para o Grêmio deixou a tarefa de sair do Z4 mais difícil, ainda mais após  o Vitória ter derrotado o Palmeiras e aberto três pontos em relação ao grupo que está no rebaixamento. “Mas não adianta fazer previsão de pontos, temos é que trabalhar e  r pra Curitiba e buscar resultado, temos que ganhar”, enfatiza o técnico Eduardo Baptista.

Ele acrescenta que o ontem, em específico, a Ponte mostrou-se forte em campo e isso tem de ser mantido e ampliado. “A gente brigou e mesmo jogando 70 minutos com um a menos, criamos mais chances, mais posse, mais volume, e infelizmente o Grêmio teve uma chance real e foi mais efetivo, transformou em gol. Temos é que trabalhar, manter a postura aguerrida que tivemos ontem, manter a organização, a pegada, levar todo este espírito para o Paraná.”

Na opinião do treinador, um bom resultado no final de semana pode mudar tudo. “O Coritiba está na nossa frente e uma vitória lá muda o cenário, não vamos podemos deixar baixar nossa vontade, temos que transformar a frustração e a tristeza em trabalho. As coias estão difíceis, mas já estavam difíceis há tempos, não ficou difícil ontem. Porém ontem tivemos postura e dedicação, e precisamos manter isso, não podemos deixar a intranquilidade atrapalhar a gente: só persistindo as coisas vão acontecer”, enfatiza.

Em relação ao jogo em si, Baptista aponta que a expulsão de Fernando Bob mudou a partida, mas não compartilha de opiniões que apontem que o volante seria o culpado pela derrota. “O Bob chutou, escapou o pé e juiz entendeu que tinha que expulsá-lo pelo lance. Isso é do jogo, não é culpa do Bob, e ou ganham todos ou perdem todos, não podemos apontar dedo pra esse ou aquele. Se fosse11 contra 11, o jogo podia ser diferente, mas mesmo com um a menos estávamos bem, o Grêmio não chegava e nós, sim. Tomamos gol, mas mantivemos a organização, não levamos outro, fomos pra cima, criamos as chances, mas não conseguimos fazer”, diz o treinador, destacando que mesmo em desvantagem numérica na segunda etapa a Ponte teve oito chances reais contra uma do Grêmio.

O comandante pontepretano, porém, não gosta de usar o termo “falta de sorte” para justificar qualquer resultado. “Não gosto de falar de sorte, temos é que ser assertivos. Ontem nós criamos situações e o goleiro deles, o Grohe, foi muito bem. Porém, volto a dizer: a Ponte se impôs, teve personalidade e temos que levar isso pra Curitiba nesta reta final e lutar até o final pra reverter essa situação e ficarmos na elite.”

 

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