Exames confirmam que John Kleber terá de passar por cirurgia e médico pontepretano Roberto Nishimura explica o caso

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Revelação da base da Macaca,  o atacante John Kleber vivenciou sentimentos intensos e distintos na partida contra o Bahia.  Extremamente feliz por jogar contra o time de Salvador e disposto a honrar a camisa alvinegra, o jovem viu a alegria de estrear pela equipe profissional se transformar em dor e tristeza após se lesionar minutos depois de entrar em campo. E a palavra de ordem para o goleador de 1m92 do SUB17, agora, será outra: superação.

“Infelizmente o John, no lance do jogo contra o Bahia, teve um mecanismo clássico de entorse do joelho, da lesão do ligamento cruzado anterior. A perna apoiada e a mudança brusca de direção. Ele mesmo contou isso, que pensou em mudar de direção, mas o corpo não acompanhou. O tratamento é cirúrgico. Estamos nas tratativas para ver a data da cirurgia, que provavelmente será ainda essa semana”,  diz o médico Roberto Nishimura, coordenador do Departamento Médico da Ponte Preta.

Nishimura falou sobre a previsão de retorno aos gramados e a importância do apoio familiar nesse momento. “O tratamento cirúrgico tem todo um período de recuperação de pós-operatório, integração do enxerto. A previsão é de seis a oito meses, já contando o período de transição física, retorno de atividades com bola até retomar sua condição técnica pré-lesão”, diz  Nishimura, acrescentando que, até mesmo por se tratar de um jovem talento,a abordagem será diferenciada.

“Nós blindamos o John, falei para ele conversar com os pais, ele tem 17 anos e uma bela carreira pela frente. Infelizmente a lesão no cruzado anterior é frequente em jogadores de futebol, ele e eu voltamos até antes da delegação para fazer os exames e ficar junto dos seus familiares. Agora é muita conversa e apoio, o clube dará toda estrutura para ele voltar o mais rápido possível. Nesse momento é importante o apoio da família, ele vai ficar em tratamento do joelho, vai continuar treinando as outras valências físicas, musculação, atividade aeróbica, temos tecnologia disponível hoje para ele não ficar parado. E nesses seis, oito meses, ele vai continuar desenvolvendo fisicamente.”

O coordenador do DM pontepretano finaliza falando sobre a situação de Cajá e Wendel, atletas do profissional que se recuperam de lesões. “O Renato Cajá tem feito controle semanal da cicatrização da lesão da panturrilha e está em fase final da cicatrização. Temos feito um tratamento à parte com ele em um equipamento onde a gente otimiza a eficiência do movimento,  para não perder força e massa muscular. Essa semana ele já começa a transição com algumas atividades em campo. O Wendel já começou ontem a transição física e irá dar continuidade ao longo da semana ao treinamento em campo.”

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