Eduardo Baptista destaca que derrota para Avaí foi um prejuízo grande, mas mantém foco no trabalho para que a Ponte fique na Série A: “Tem muito trabalho pela frente e a situação é difícil, mas a hora é de achar soluções, eu vim aqui para isso”

Foto:PontePress/FábioLeoni

O técnico Eduardo Baptista avalia de maneira negativa o desempenho da equipe, na derrota diante do Avaí nesse domingo (22), no Moisés Lucarelli: para o treinador, foi um resultado aquém das expectativas. “Foi um prejuízo grande. Essa derrota não estava na nossa conta. Trabalhamos, respeitamos o Avaí, mas nossa equipe tinha que ter conseguido a vitória”, lamenta.

O treinador diz que a Ponte não fez um grande jogo, ainda que tenha criado chances, e que a Macaca precisa seguir em frente e melhorar. “O Avaí em duas oportunidades fez os gols, e nós não tivemos competência para empatar. É seguir com o trabalho, tem muito jogo pela frente e a situação é difícil, mas de imediato é preciso avaliar quem está melhor para enfrentar o Corinthians”, conta Eduardo, que explica sobre algumas mudanças na escalação da Ponte contra o Avaí, em relação ao jogo do Palmeiras.

“O Bob é o melhor homem como volante central, o Wendel retornava de lesão, era titular, e o Jadson comigo sempre foi titular. São jogadores que temos com qualidade de passe, com chegada boa ao ataque e assim nós desenhamos. Estamos sem um meia-armador e a bola tinha que sair com qualidade de trás: o  Yago, entre os nossos zagueiros, tem a melhor características e precisávamos fazer essa bola sair de trás. Tivemos dificuldade contra o Palmeiras e o Yago se apresentou bem nos treinamentos. Contra o Avaí era um jogo em que precisávamos ter a bola, jogar e as características foram em cima dela”, revela.

Ainda sobre a formação da equipe, Eduardo vê pontos positivos e reforça que está focado em tirar a Macaca dessa situação. “Estamos buscando o melhor encaixe e dando oportunidades. Queria eu ter tempo para fazer as mudanças progressivamente. Não temos isso. Tivemos uma dificuldade muito grande contra o Palmeiras e eu não poderia iniciar com aquele time, pois sabia que teria dificuldade nesse domingo. Conseguimos jogar, mas não fizemos os gols. A ideia era ter um time qualificado. Com chegada, bom passe, infiltração – que aconteceu em alguns momentos – faltou a finalização, mas temos que trabalhar para achar o melhor encaixe. É hora de achar soluções e eu vim aqui para isso”, completa. 

Notícias Recentes

NOTA DE ESCLARECIMENTO: IVAN

A Ponte Preta informa que, diferentemente do que foi divulgado pelo site Futebol Interior, a Ponte Preta possuí 100% dos direitos econômicos do goleiro Ivan e nem poderia ser diferente, uma vez que a FIFA não permite a transmissão

Leia mais »

REDES SOCIAIS