Eduardo Baptista explica dificuldades da Ponte no 2º tempo contra o Cruzeiro e quer time focado para enfrentar o Santos na quinta (12)

Foto:PontePress/JoséHenriqueSemedo

Após estar na frente do placar contra o Cruzeiro ontem (8), fora de casa, a Ponte levou a virada na segunda etapa e perdeu por 2 a 1. O técnico Eduardo Baptista comenta o que gerou a queda de rendimento de um período para o outro. “Fizemos um primeiro tempo muito bom, marcamos, conseguimos ter uma saída, acredito até que poderíamos ter saído um pouco mais. No segundo tempo sentimos essa sequência, alguns jogadores baixaram o ritmo um pouco, e tivemos dificuldade de atacar e de ter a bola. E o Cruzeiro, com sua qualidade, foi feliz e saiu com a vitória”, avalia.

O  técnico enfatiza que a Macaca foi para buscar os três pontos em Minas Gerais. “Quando se joga Série A não se pode ir para um jogo esperando derrota. Trabalhamos sempre para vencer. No primeiro tempo, se a Ponte tivesse tido um pouco mais de tranquilidade, poderia ter saído com um placar mais elástico. E no segundo tempo tivemos dificuldade, todas as substituições foram por questão física e fica um pouco amarrado para mexer. Viemos para conquistar o resultado, estávamos conseguindo por grande parte do segundo tempo, mas infelizmente não deu. Agora em casa termos que buscar para continuar somando”, comenta.

Sobre as mudanças, uma aconteceu logo aos sete minutos do primeiro tempo, quando o lateral-esquerdo Artur teve que ser substituído por contusão. “É complicado. Ele vinha bem, tinha confiança, mas a lesão no início nos diminuiu. Já tinhamos alterações programadas por questões físicas e essa aleteração inicial atrapalhou bastante”, revela.

Eduardo Baptista enfatiza a importância de vencer no Majestoso, mas sem abdicar de pontuar fora de casa. “Nessa reta final todo jogo é pedreira. Está tudo muito nivelado. Para a Ponte Preta o que nós buscamos é fazer o estádio forte, somar os pontos e buscar também fora de casa. Não dá para falar que passando Santos e Palmeiras fica mais fácil. É tudo igual, jogo de concentração, entrega, temos que estar organizados e prepardos para fazer os pontos que precisamos, para sair dessa situação”, afirma o comandante, que sabe onde deve focar para reverter a atual situação da equipe no Brasileiro.

“Temos que manter a concentração por 90 minutos. Deixamos uma herança aqui no ano passado e isso mudou. Houve uma mudança de postura, com duas alterações de treinador e isso acaba modificando. Temos que manter a concentração e o físico por 90 minutos. Tivemos um primeiro tempo muito bom, onde o Cruzeiro só teve situações de longa distância. Aí essa concentração abaixou um pouco e foi onde o adversário entrou no jogo e fez a virada”, conclui.

 

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