Diretoria da Ponte apoia elenco e pede união para dar volta por cima no Brasileiro

Foto:PontePress

A diretoria da Ponte Preta, com a presença do presidente Vanderlei Pereira, o diretor de futebol Helio Kazuo, o vice-presidente Giovanni Dimarzio, o diretor financeiro Dr. Gustavo Valio, e o diretor jurídico Dr. Giuliano Guerreiro, se reuniu na tarde dessa terça-feira (26), com o elenco da Macaca. A reunião se dá após a agressão sofrida pela delegação, após a chegada de Chapecó/SC, na tarde desta segunda (25). O presidente Vanderlei condenou a atitude dos agressores e deu total apoio ao grupo.

“Com respeito ao evento que ocorreu ontem em Viracopos, do retorno da partida de Chapecó, com toda a delegação da Ponte Preta, aonde uma minoria abordou o elenco e a comissão técnica, eu tenho certeza que não representa a Nação Pontepretana. Nós não aceitamos isso, repudiamos veementemente, porque democracia tem que ser democracia com responsabilidade. Aceitamos que a pessoa vá ao campo, até xingue, vaie, passe uma faixa, mas agredir pessoas não. Ainda mais pais de família, com esposas e filhos chorando a noite. Isso nós não aceitamos”, afirma o presidente, que reforça.

“Para nós foi um ato que extrapolou todos os limites, e a Ponte está tomando todas as providencias. Será feita uma coletânea dessas imagens e com certeza as pessoas serão identificadas e será realizado um processo no Ministério Público, para que essas pessoas não possam amanhã, cometer atos que vão além dessa agressão, algo que poderia acontecer”, enfatiza.

O atacante Lucca foi uma das principais vítimas do lamentável ocorrido e o presidente salientou que conta com o futebol do atleta, que é o artilheiro do ano da Ponte. “O Lucca é um jogador que não é covarde, é um cara fantástico como pessoa e jogador. Vai continuar compondo o elenco, vai jogar, vamos fazer um grande jogo contra o Flamengo se Deus quiser e passaremos por cima desse momento que estamos vivendo”, afirma Vanderlei Pereira, que mostra confiança no trabalho do técnico Eduardo Baptista.

“Acima de tudo temos que trabalhar. O Eduardo terá a semana inteira para trabalhar e o que nós pedimos, seja situação ou oposição, nesse momento, é que se esqueça eleição e quem vai ser o presidente. Vamos abraçar o time”, pede o presidente, que acrescenta. “A diretoria nunca esteve contra a torcida e nem a torcida contra a diretoria. O que nós temos que ter é saber que em uma hora dessas, o São Paulo colocou 61 mil pessoas para apoiar o time que está na zona de rebaixamento e nós temos que colocar gente no campo para fazer pressão, que pode resolver”, explica o presidente da Ponte.

Jurídico

Ainda sobre as agressões sofridas pela delegação nesse segunda, o diretor jurídico da Ponte, Giuliano Guerreiro, explicou quais os procedimentos serão adotados. “A Ponte Preta não pode e não irá compactuar com essas atitudes lamentáveis que ocorreram ontem em Viracopos. Pelo contrário, a Ponte Preta repudia esse tipo de atitude. Sabemos que foi uma minoria, que não representa a grandiosidade da torcida do clube e as medidas judiciais serão tomadas. Claro que a sociedade cobra isso. A torcida pontepretana cobra uma satisfação, para que esse pequeno grupo de baderneiros seja identificado e possa responder pelos seus atos. Vamos requisitar as imagens junto ao aeroporto de Viracopos, o inquérito será instaurado na delegacia de polícia e possivelmente a autoridade policial irá intimar cada um desses envolvidos, para prestar declarações”, conta o diretor.

Giuliano Guerreiro acrescenta que o clube não fez menção ou associação do fato a nenhuma torcida. “Nós não tivemos acesso ainda ao teor do Boletim de Ocorrência. Quem fez o boletim foram os atletas, que foram lesionados na sua integridade física. A Ponte Preta irá esperar ser intimida dessas apurações para poder se posicionar. Nós não mencionamos nome de torcida nenhuma, não sabemos quem foi e isso não cabe a nós, mas sim à delegacia de polícia, que deve fazer essa apuração”, completa.

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