Kleina ressalta convicção no trabalho e analisa Atlético/GO, adversário desse sábado (16) no Majestoso

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

O técnico Gilson Kleina sabe das dificuldades que existem no dia-a-dia de um time de futebol ao longo da temporada, mas não se deixa abalar pelos obstáculos. Para o treinador, a melhor forma de encarar as adversidades é focar ainda mais no trabalho. É com essa idéia que tem buscado extrair o máximo de seus atletas e nesse sábado (16), às 21 horas, no Moisés Lucarelli, tem mais uma chance de mostrar do que é capaz.  

 

“Temos que ter a convicção. Somos seres humanos, sabemos que a pressão no futebol aumenta com a não vinda dos resultados. Mas isso não muda nada daquilo que pensamos. Porque se eu não vier para o clube com convicção, eu realmente estou derrotado. E aí o que vem de fora para dentro vai afetar, porque você não trabalha mais, não vive o dia a dia. Mas as críticas são de grande valia, para você avaliar o seu desempenho. Quando o resultado não vem entendemos a cobrança”, afirma o técnico, que reforça.

 

“Tento fazer o meu melhor. É o trabalho que vai reverter tudo isso e vamos para o jogo com muita confiança. Acredito muito nesse grupo, que tem jogadores que podem crescer. Estamos a todo momento chamando atenção nos erros que cometemos, para que possamos ter uma eficácia. Futebol quase não contextualiza, é mais específico no resultado. Temos que estar trabalhando com isso, fazendo o melhor para a Ponte Preta, que é essa a camisa que nós defendemos. Sabemos dos sentimento do nosso torcedor, ninguém está satisfeito com essas oscilação, podem ter certeza disso”, diz Kleina.

 

O treinador explica como pretende colocar a Ponte em campo. “Nos dois jogos que nós fizemos, contra o São Paulo e contra o Sport, nós entramos no 4-1-4-1 e depois passamos para o 4-2-3-1, com um meia. Acho que contra o São Paulo evoluiu, mas nesse último jogo as bolas paradas fizeram com que nós mudássemos o jeito e ficamos um pouco vulnerável. Mas depois a equipe encaixou no final do jogo, voltou a ter dinâmica e é trabalhar com a situação em que sejamos uma equipe com mais condições de gol. É isso que tentamos trabalhar e conduzir”, conta comandante, que analisa o adversário da noite.

 

“O Atlético está fazendo um bom segundo turno. Empatou com o Bahia e ganhou do Corinthians. Faz uma linha de cinco na frente da primeira linha. É uma equipe que está com paciência de esperar o erro, mas dentro dos nossos domínios vamos fazer o possível para nos impormos. E dentro desse desafio sair com o resultado de vitória”, destaca Kleina, que acrescenta. “Falei para o grupo para não analisarmos a pontuação nesse momento. O adversário fez quatro pontos nos últimos dois jogos. É uma equipe que ao mesmo tempo deve ter um discurso que “ainda dá”, e de repente pode tirar qualquer tipo de pressão e fazer o jogo com mais leveza. Eles marcam muito bem”, comenta.

 

Kleina pontua mais alguns pontos importantes do Atlético/GO e enfatiza que quer a Ponte forte em campo. “Trabalhei com o Walter e é um jogador que faz muito bem o pivô, prende a bola com qualidade, arremata muito bem e é forte. Tem uma equipe que tem alguns pontos importantes, na última vez que nos enfrentamos eles chegaram na bola parada e nós treinamos isso. Temos que enfrentar o Atlético como uma decisão. É o jogo das nossas vidas. Se conseguirmos uma vitória podemos entrar entre os dez e é isso também que temos que pautar. Nessa minha passagem de seis meses pela Ponte está sendo um trabalho muito árduo. Estamos tendo muitas trocas, muitas lesões. Estamos sempre em construção. Mas fomos a final do Paulista, estamos vivos na Sulamericana, vamos trabalhar de uma outra forma para quarta-feira, mas vamos pensar nesse jogo contra o Atlético”, completa.

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