Macaca faz treino aberto à torcida na manhã deste sábado (5) e Kleina destaca a importância do apoio das arquibancadas: que o nosso torcedor invada o Moisés Lucarelli nos próximos dois jogos, porque ele faz a diferença

Foto:PontePress/FábioLeoni

Com portões abertos à torcida a partir das 9h30, o elenco pontepretano faz na manhã deste sábado, no Majestoso,  o último treino antes de enfrentar o Vasco na noite de domingo. O técnico Gilson Kleina ressalta que o apoio do torcedor é fundamental neste momento decisivo – a derrota na última rodada tornou essencial vencer em casa na rodada para não correr riscos de entrar na zona de rebaixamento e voltar a subir na tabela- e não apenas no treinamento, mas principalmente na partida.

“Que o nosso torcedor invada o Moisés Lucarelli não só neste domingo como também na quarta, contra o Fluminense, porque ele faz a diferença. A diretoria está fazendo uma promoção com ingressos mais baratos e na qual o TC10+ traz mais um de graça, então peço que o torcedor compareça, ajude os jogadores com a energia e que possamos vencer esse jogo do Vasco, importantíssimo para as nossas pretensões e  no qual temos total condição de fazer três pontos, com todo o respeito ao adversário. O que precisamos é voltar a fazer o que a Ponte faz, voltar dentro de casa a ser mais aguerrida, mais ofensiva, como fizemos contra o Coritiba, contra o Atlético Paranaense.”

Com apenas dois dias de treinamento antes de voltar a campo, o trabalho de ontem foi mais voltado para recuperação, fisiologia, preparação física. “Hoje é que vamos fazer posicionamento. A gente sabe que tem um jogo super importante, porque temos dois confrontos em casa sequenciais e se conseguirmos fazer as vitórias, que é o nosso pensamento, a gente vira o turno em uma posição na tabela bem qualificada”, diz Kleina, que revela que o grupo conversou bastante após o revés contra o Vitória..

“Fizemos uma reunião com os jogadores de cobrança e incentivo. Se tivéssemos tido êxito no jogo contra o Vitória seríamos oitavo ou décimo e como a gente perdeu ficamos próximo de uma situação ruim. Contudo,  e nos recuperarmos  contra o Vasco conseguimos galgar e almejar uma situação mais confortável.  A cobrança foi em cima do jeito que nós perdemos o jogo. A gente sabe que hoje todo mundo molha o gramado e que são gramados rápidos, a gente tem que fazer a leitura rápida no inicio de jogo. Sabemos que o time de casa tem um ímpeto maior, vem pra cima, então eu pontuei pra eles que o Vitoria vinha de um empate contra o Cruzeiro e ao mesmo tempo na troca de comando”,  relembra.

O treinador acrescenta: “A gente mostrou antes de entrar em campo como o Mancini fazia com a Chapecoense e foi exatamente do jeito que ele trabalha, como ele treina. Toda vitória tem o mérito de quem ganhou, mas eu entendo que a gente entregou os pontos então temos que estar atentos com isso. Até porque outra situação que eu coloquei é que nós enfrentamos Atlético Goianiense, Bahia e Vitória na zona de rebaixamento e perdemos os três. Temos que estar mais atentos e que possamos reagir e que a gente tenha outra postura no domingo em  que a gente  também pega o Vasco numa sequência ruim, mas temos que respeitar qualquer adversário. Independe quem é o adversário, dependemos é da nossa atitude.”

Kleina reforça que a Ponte tem de ter um nível de concentração alto tanto dentro quanto fora de casa. “Infelizmente na última partida não entramos com esse nível de atenção, cobramos essa atitude e a postura no segundo tempo foi outra. Então esse é o tipo de coisa que temos que ter na cabeça, que tipo de Ponte Preta queremos, a do primeiro ou a do segundo tempo? A Ponte Preta, quando faz os jogos vitoriosos, é uma equipe aguerrida, que compete e que está focada o tempo todo”, avalia.

Sobre a escalação com a qual começou o último embate, Kleina é sucinto. “Não deixamos de ser ofensivos, entramos com três atacantes, tentei reforçar o meio,  mas nem vale fazer qualquer análise porque quando você toma um gol com um minuto e meio e, com doze, toma o segundo, vai por água abaixo tudo aquilo que você tinha pensado. Tanto é que no primeiro tempo nós tínhamos pensado em fazer a mudança, com a entrada do Renato Cajá, a equipe evoluiu e ainda assim tomamos o terceiro. Conversamos muito sobre esse jogo, tivemos erros que até agora não tinham ocorrido neste campeonato. Lembrou a final do Paulista,  foram muitos erros grotescos, e a gente pagou caro. Não pode acontecer mais”, conclui.

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