Ponte enfrenta Atlético Paranaense nesse domingo (23), em Curitiba/PR e Kleina quer equipe atenta, com postura aguerrida, para pontuar fora de casa

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A Ponte Preta tem mais um compromisso pelo Campeonato Brasileiro Série A, nesse domingo (23), desta vez fora de casa. A Macaca enfrenta o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, em Curitiba/PR, às 19 horas, em jogo válido pela 16ª Rodada da competição. O técnico Gilson Kleina comemorou o último resultado e quer essa regularidade positiva. “Vínhamos de cinco resultados ruins e isso incomoda a todos nós. Ainda mais sabendo que é um campeonato super equilibrado, que precisamos pontuar. Reagimos vencendo em casa, do jeito que foi. Entendo que a equipe foi muito compenetrada nesse jogo e tinha que ter essa postura”, que relembrou o quanto é importante estar focado os 90 minutos.

 

“Eu falei para o grupo que na Série A se perde jogo em detalhes. Fizemos um primeiro tempo contra o Corinthians muito bom. Tomamos um gol no detalhe, no fim do primeiro tempo. Contra o Flamengo, estávamos neutralizando o adversário. Tomamos gol no detalhe, no final do primeiro tempo. Fizemos um primeiro tempo contra o Bahia, muito bom, em que tínhamos condição de empatar e virar. Tomamos o gol com três minutos. E contra o Grêmio nós saímos na frente, fizemos um primeiro tempo, em que todas as emissoras fizeram uma análise da parte tática da Ponte Preta. E no segundo tempo, nos detalhes, tomamos dois gols e perdemos o jogo. Temos que ter a concentração o tempo todo”, enfatiza.

 

E o confronto promete ser equilibrado. Enquanto a Ponte está na 14ª posição, com 18 pontos ganhos, o adversário é o 16º colocado, com 17 somados. “Se eu colocar que o Atlético é o pior mandante, eu não sei se aumenta a pressão ou alivio. Cada um analisa e assimila de uma forma. Não estamos conseguindo buscar os resultados fora, mas que possamos ser fortes nessa concentração. Tentar manter a postura de quarta. Se mantivermos nossa atitude, mesmo com o adversário forte, vai ser um jogo em que aumentam nossas chances de vencer. É nessa tecla que vou bater. Acredito que é uma boa chance de pontuarmos”, analisa o treinador, que não poderá contar com Emerson Sheik, suspenso e Fernando Bob machucado. O treinador também comenta sobre o adversário.

 

“A zaga do Atlético vem jogando desde o ano passado. O Paulo André e o Thiago Heleno (com quem trabalhei por muito anos), é um zagueiro de muita qualidade técnica, com jogo aéreo muito forte e passei para o grupo que temos que estar atentos. É um jogador que faz a virada, põe a bola na profundidade para o Nikão e para os atacantes de lado. Já o Paulo André conduz a bola, leva para o meio de campo tentando achar o passe por dentro, faz os laterais jogarem e tem o jogo aéreo também”, destaca Kleina, que acrescenta.

 

“A única coisa que passei para os atletas é que será um jogo rápido, de tradição, de velocidade. O Atlético joga dessa maneira dentro da Baixada, mas temos que entrar preparados para isso. Temos jogadores rápidos, vamos procurar fazer a transição com qualidade, para podermos achar nosso jogo e ser competentes nas chances que tivermos”, afirma o comandante, que pondera sobre o fato de a equipe ter que atuar em um piso diferente, já que na Arena da Baixada, se usa grama artificial.

 

“Por mais que a espessura do gramado seja maior, mais parecido com a grama natural, o domínio da bola é diferente. Na grama natural, quando você faz o domínio, você já tem o controle da bola. Lá a bola pega velocidade. No dia do jogo eles colocam mais borrachinhas e molham. Então você vê jogadores escorregando. Quem está adaptado sabe no consciente como a bola vem, já se posicionam diferente e usam dessa arma. Temos que fazer com que nossos atletas se adaptem a isso”, pontua o técnico, que finaliza.

“Todos que vão para lá sofrem dessa condição. Mas não se pode fazer do campo, uma desculpa para resultado ruim. Não é isso que vai definir. Mas sim ter atenção, entrar com trava de chuteira maior. É um jogo rápido. Você recruta as fibras, tanto é que a dor muscular depois do jogo é muito grande. A recuperação que seria de um dia, passa a ser em dois por conta da intensidade do jogo. Mas o que chama atenção é a velocidade da bola. Isso que muda. Que possamos nos adaptar rapidamente”.

 

Quem não estiver na Arena da Baixada, tem como opção acompanhar o jogo Ao Vivo pelo canal Premiere FC, ou pelas rádios esportivas de Campinas, em FM 99,1 , AM 870, AM1170 ou ainda pelas webradios PonteNews, Alberto César, Macacada Reunida e Rádio Futebol Interior.

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