Kleina explica mudanças em estilo de jogo da Ponte, para jogo daqui a pouco contra o Corinthians, e prega postura vencedora

foto:PontePress/FábioLeoni

O técnico Gilson Kleina revela o que pretende ver da Ponte Preta para o duelo contra o Corinthians, daqui a pouco na noite desse sábado (8), na casa do adversário.  “Fizemos uma reunião com a comissão e estamos variando de um 4-4-2, com maneiras diferentes, para um 4-3-3. Estamos tentando formas para podermos encaixar novamente a equipe. Tivemos muito sucesso nesse sistema na final do Paulista. Que nós possamos repetir. São características diferentes, naquele momento fazíamos com três atacantes de velocidade e hoje nós temos o Sheik, que está nos ajudando muito, e tecnicamente sobressai junto com o Lucca e com o Renato Cajá. Vamos ver se retornarmos com esse encaixe”, diz o treinador, que acrescenta.

“Vejo que quando nós fazemos um esquema com três atacantes, não estamos sendo contundentes, com poderio ofensivo. Mas isso tudo é adaptação. Vamos fazer essa formação de novo contra o Corinthians. Sabemos que o adversário está fazendo um ano muito forte, mas que possamos neutralizar os pontos fortes”, reforça o comandante, que, apesar de toda dificuldade que há em atuar fora de casa, acredita na força do seu grupo.

“Quando pegamos o Atlético Goianiense, que era o último colocado, todos viram o que aconteceu. Não tivemos uma postura de Ponte Preta e perdemos de 3 a 0. Contra Flamengo e Santos, que foram jogos difíceis, resgatamos pelo menos a nossa identidade e aquele ponto importante contra o Santos. Não tem como escolher. O Corinthians está ganhando de todos dentro da Arena. Perderam apenas duas vezes no ano. Fizemos as finais contra eles e então não há novidade para ninguém. Teremos que ter uma postura de quem também quer a vitória”, afirma.

Kleina destaca pontos importantes do rival dessa noite.  “Sabemos que o momento do adversário atualmente é diferente. O discurso atual do Corinthians é de quem lidera o Campeonato Brasileiro, que é dificílimo. O trabalho encaixou, não perderam nenhuma peça e ainda reforçaram o elenco. Isso faz muita diferença. É uma equipe que criou um jeito de jogar. Mérito total do técnico Fábio Carille e da sua comissão, com jogadores que assimilaram a ideia. Fágner e Jô são atletas que servem a seleção brasileira. Vamos enfrentar uma equipe dificílima, mas o meu pensamento e o que eu passo para eles é de que forma vamos enfrentar esse adversário. Se entrarmos com a postura de tradição da camisa da Ponte, que é forte e se impõe nesse momento, temos totais condições de trazer um bom resultado de São Paulo”, enfatiza o treinador.

Ele ainda comenta o fato de a equipe ainda não ter vencido fora de casa no Brasileirão. “Estamos preocupados. Nós queremos sempre essa vitória e acredito que ele esteja próxima. Estamos trabalhando para isso. Nós não vencemos fora, mas tivemos conquistas fora. Conquistamos classificação em cima do Santos, que foi dificílima. Conquistamos a classificação em cima do Palmeiras, assim como o contra o Gimnasia, na Sul-Americana. A equipe tem conquistas, mas não está vencendo nos jogos. Mas é isso que estamos procurando. Os jogadores querem trazer uma vitória para Campinas, para o time ter mais confiança e ter essa regularidade, que exige o campeonato”, salienta.

O técnico conta mais sobre o que espera do adversário e como o time deve procurar vitória. “Temos que ter a nossa identidade. Estatística vale muito, o torcedor estuda isso, mas o que mais vale a pena é a nossa postura para tentar ser vencedor. Nós passamos muita informação para o jogador. Conversamos muito sobre a situação do Corinthians. Entre todos os clubes do Brasil, o Corinthians está conseguindo manter uma equipe titular e isso faz diferença. Quando algum atleta está na seleção, eles têm o Clayson que estava conosco, o Marquinhos Gabriel que voltou a atuar, quando o Fágner não joga, entra um jovem atleta da base. Mas na maioria os jogos estão Balbuena, Pablo, Arana, Gabriel, Maycon, Rodriguinho, Jô, Romero, que estava sendo contestado e hoje é uma realidade. Quando se consegue manter uma equipe há vários jogos, se ganha uma coisa fundamental para mim que é entrosamento. O Corinthians não tem vergonha de marcar do meio pra trás. Eles vêm, marcam e esperam. Temos que entender como colocar o nosso jogo. Marcar forte e procurar a vitória”, finaliza.

 

 

 

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