Apresentado na Ponte, Jean Patrick ressalta alegria e motivação para mostrar futebol com camisa da Macaca

 

Foto: PontePress/RaulSauan

O volante Jean Patrick foi oficialmente apresentado na Ponte Preta e mostrou todo seu contentamento em vestir o manto alvinegro. O jogador, que estava no Albirex Niigata, do Japão, já está à disposição do técnico Gilson Kleina.  “A Ponte é uma grande equipe e é uma satisfação estar representando este clube. Tive uma passagem no futebol japonês e agora chego para ajudar meus companheiros”, afirma Jean, que atuou no Albirex, com o ex-meia da Macaca Thiago Galhardo.

“O Galhardo elogiou muito o clube, disse que é um ambiente muito bom de trabalhar. Ele gosta muito daqui também e é um cara fantástico. Peguei uma amizade muito grande e até falei para ele voltar para a Ponte, para nós jogarmos juntos de novo. É um sonho que temos e agora meu pensamento é de muito trabalho com essa camisa”, revela o jogador.

Jean vê a concorrência na posição que atua de forma positiva. “O grupo tem grandes jogadores, não só no meio de campo. O professor tem uma briga saudável no elenco, e isso é o mais importante”, diz Jean, que destaca. “Sou um segundo volante, tenho uma boa marcação, gosto de chegar bem à frente, finalizar de fora da área. Sempre gosto de balançar as redes”, ressalta.

O volante nutre uma perspectiva positiva com a nova camisa. “A expectativa é muito boa. A Ponte tem que brigar por títulos. Esse é o pensamento. Se vamos brigar ou não é outra história, mas temos que entrar em todos os jogos com esse pensamento. A Ponte tem totais condições de chegar. Quero ajudar a Ponte a ficar nos melhor lugar possível”, enfatiza Jean, que valoriza o clima de amizade que encontrou na Ponte Preta.

“O ambiente é sensacional. O pessoal é incrível, me recebeu de braços abertos. Gostam de brincar, o Bob gosta de cornetar até a roupa que eu visto. A rapaziada é fantástica. Estou há um tempo só treinando, sinto um pouco de fata de ritmo de jogo, até porque no Japão se treina pouco, sem intensidade. Agora no Brasil comecei a fazer um trabalho mais de força e eu gosto disso. Me sinto bem já, até mesmo fisicamente. A opção é do professor, e aos poucos, criando ritmo de jogo, o Jean Patrick vai voltar a ser o que era antes”, completa.

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