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Feliz em retornar para a Ponte, Rodrigo é apresentado oficialmente e diz que volta um atleta melhor depois de 14 anos

Publicado em: 19/05/2017

 

Foto: PontePress/RodrigoCeregatti

O “Xerife” agora é da Ponte Preta. Após 14 anos, o zagueiro Rodrigo vestiu a camisa da Macaca novamente de forma oficial e já está á disposição do técnico Gilson Kleina. Pelo clube, o defensor fez sua estreia no dia 6 de fevereiro de 2000, no empate em 1 a 1 com a Portuguesa Santista, no estádio Ulrico Mursa, em Santos. Na época, o atleta começou no banco, entrou no lugar de Lino e mostrou seu futebol profissionalmente pela primeira vez. O tempo passou, outros clubes chegaram na carreira do jogador, que volta para casa querendo conquistar.

 

“Estava empenhado para que minha volta acontecesse. Estou muito feliz de encontrar os funcionários. Aprendi muita coisa quando garoto, com 17 ou 8 anos, quando comecei a jogar e dei uma volta ao mundo. Agora, depois de 14 anos estar de volta é algo fantástico. É um lugar onde eu queria estar, quem sabe meu último clube também, não pretendo encerrar tão cedo, pois estou jogando em alto nível. Não quero voltar aqui para encerrar a carreira, mas sim jogar como ainda estou jogando. Espero corresponder aquilo que todos esperam”, afirma Rodrigo.

 

O zagueiro destaca, que sua performance dentro de campo melhorou ao longo do tempo. “Eu ainda faço quase 50 jogos em um ano. Fico pouco jogos de fora. É muito difícil eu ter lesão, me cuido bastante e isso ajuda. Vendo os números atuais, comparando quando comecei, melhoraram muito. A experiência ajuda, mas se dentro de campo não correr, você fica para trás”, avalia o zagueiro, que se coloca à disposição do técnico Gilson Kleina.

 

“Estava jogando no Vasco também. Já faz uma semana que estou aqui, fiz todos os testes e me encontro nos mesmos nível dos meus companheiros. Para domingo tem que vem com o treinador. Eu estou à disposição. Aqui também tem companheiros que estão aproveitando as oportunidades que estão tendo e acho que é o momento de esperar a minha. O Gilson ainda não está com dor de cabeça, mas deve ficar com essa dor quando eu começar a jogar e ele tiver todos à disposição”, explica Rodrigo.

 

O zagueiro também destacou a melhora do clube, em relação a quando começou e acredita que a Macaca está no caminho certo para conquistar. “A estrutura melhorou muito. O Centro de Treinamento de hoje é algo que muitos clubes não tem o que eu estou vendo aqui. Até o Sheik fala que se surpreendeu muito. Vimos no dia a dia que as coisas está encaminhando de forma profissional e faz acontecer no clube. É um detalhe que falta para um título vir, mas começa assim: com estrutura, um time bom, continuar a trabalhar e observar os detalhes que está errando para termos sucesso mais à frente”, acredita o atleta, que acrescenta.

 

“Quando você entra em uma competição, jamais pensa em ficar em baixo. Agora há uma margem maior para se ir a uma Libertadores, disputar Sulamericana e poder brigar por títulos. Tem que almejar coisas grandes. É assim que eu vejo aqui na Ponte, entre os jogadores, que falam muito isso, que temos que formar um coletivo junto com o treinador e buscar essas opções que nós temos”, completa.

 

 

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